Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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MAPA vai propor criação de política para alimento seguro

O documento será consolidado a partir da contribuição de várias instituições públicas e privadas que já desenvolvem programas voltados para a obtenção deste tipo de alimento.

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Redação (07/06/06)- Até o final de julho, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) deverá encaminhar à Presidência da República proposta de uma política governamental de alimento seguro. O documento será consolidado a partir da contribuição de várias instituições públicas e privadas que já desenvolvem programas voltados para a obtenção deste tipo de alimento. A idéia é criar uma política de alimento seguro e ao mesmo tempo deflagrar uma campanha de divulgação junto aos consumidores sobre a importância de se consumir alimentos que não tragam riscos à saúde, afirmou o secretário de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo do Mapa, Márcio Portocarrero.

Ele participou ontem (06/06) em Brasília de reunião sobre o assunto com representantes de vários ministérios e de algumas cadeias produtivas do agronegócio para discutir a elaboração da proposta.

Nos próximos dias, será criada a Comissão Nacional Pública/Privada Assessora que irá receber as sugestões, estruturar e elaborar o documento final a ser apresentado à Presidência. O Mapa não quer ser dono desta bandeira sozinho. Ela é uma bandeira do setor produtivo, do setor de manipulação e de distribuição de alimentos, afirmou Portocarrero.

O secretário destacou que o governo brasileiro tem sido cobrado pelo fato de ter políticas de alimento seguro voltado para o produto destinado à exportação, embora não faça a mesma exigência no que diz respeito ao consumidor interno. Isto tem colocado em dúvida a nossa credibilidade e a nossa competência, disse Portocarrero. Ele se refere principalmente à Comunidade Européia, que exige cada vez mais alimentos com certificação de origem, produzidos a partir de conceitos como sustentabilidade, monitoramento e rastreabilidade.

O secretário acredita que a partir do momento que o consumidor brasileiro também passar a exigir alimento de qualidade, as cadeias produtivas vão se adequar. Prevalece a lei de mercado e isso implica em uma mudança de comportamento. Por isso, é fundamental aliar uma campanha de marketing a políticas de governo, com base legal e recursos financeiros.

No âmbito do Ministério da Agricultura existem vários programas implementados com o objetivo de disponibilizar às cadeias produtivas do agronegócio uma ferramenta a mais para fazer frente às exigências dos mercados compradores, principalmente a Comunidade Européia. Entre estes programas, estão Produção Integrada de Frutas (PIF), Programa Alimento Seguro (PAS), Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC), Pró-Orgânico, Identificação Geográfica (IG) e Sistema Brasileiro e Identificação de Origem Bovina e Bubalina (Sisbov).

Ao deflagrar campanhas de esclarecimentos, promoção e divulgação sobre as vantagens de se consumir um alimento seguro, a expectativa do governo é de aumento da demanda no mercado interno e, conseqüentemente, da adesão voluntária dos produtores a esses programas. O reflexo dessa adoção voluntária do produtor será a consolidação e implementação de uma política agro-alimentar que será muito positiva ao consumidor brasileiro, afirmou o secretário.

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