Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Vetos geram prejuízo de R$ 2,6 milhões no RS

Problema foi gerado após a confirmação de newcastle em uma propriedade não industrial.

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Redação AI (24/07/06)- Os criadores de aves do Rio Grande do Sul já contabilizam prejuízo de cerca de R$ 2,6 milhões com os vetos gerados após a confirmação de newcastle em uma propriedade não industrial. O grande problema são as barreiras sanitárias impostas por Santa Catarina, que não tem registro da doença desde 1984. Mato Grosso do Sul, preventivamente, também impôs barreiras a produtos.

A Asgav (Associação Gaúcha de Avicultura) classificou de exageradas as medidas definidas pelos catarinenses. De acordo com a entidade, 223 mil dúzias de ovos e 1,2 milhão de pintos deixaram de ser enviados para Santa Catarina. “Alguns produtores começaram a acumular ovos e material genético [ovos férteis] nos estoques”, disse o secretário-geral da entidade, José Eduardo dos Santos, à Folha de São Paulo.

As barreiras começaram no dia 5, impedindo a passagem e o ingresso de aves e produtos avícolas. Foram definidos três corredores. Só é permitido o trânsito de pintos de um dia de vida e perus. Há promessa do governo catarinense de liberar os ovos férteis.

Os Estados do Sul, maiores produtores e exportadores de aves do Brasil, trabalham pela implementação do programa de regionalização sanitária da avicultura, assim como no caso da febre aftosa.

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