Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
Destaque Todas Páginas

Vetos geram prejuízo de R$ 2,6 milhões no RS

Problema foi gerado após a confirmação de newcastle em uma propriedade não industrial.

Compartilhar essa notícia

Redação AI (24/07/06)- Os criadores de aves do Rio Grande do Sul já contabilizam prejuízo de cerca de R$ 2,6 milhões com os vetos gerados após a confirmação de newcastle em uma propriedade não industrial. O grande problema são as barreiras sanitárias impostas por Santa Catarina, que não tem registro da doença desde 1984. Mato Grosso do Sul, preventivamente, também impôs barreiras a produtos.

A Asgav (Associação Gaúcha de Avicultura) classificou de exageradas as medidas definidas pelos catarinenses. De acordo com a entidade, 223 mil dúzias de ovos e 1,2 milhão de pintos deixaram de ser enviados para Santa Catarina. “Alguns produtores começaram a acumular ovos e material genético [ovos férteis] nos estoques”, disse o secretário-geral da entidade, José Eduardo dos Santos, à Folha de São Paulo.

As barreiras começaram no dia 5, impedindo a passagem e o ingresso de aves e produtos avícolas. Foram definidos três corredores. Só é permitido o trânsito de pintos de um dia de vida e perus. Há promessa do governo catarinense de liberar os ovos férteis.

Os Estados do Sul, maiores produtores e exportadores de aves do Brasil, trabalham pela implementação do programa de regionalização sanitária da avicultura, assim como no caso da febre aftosa.

Assuntos Relacionados
BrasilRS
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329