Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,81 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 155,11 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,89 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,88 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.539,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.432,54 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
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Em greve de novo

Fiscais federais agropecuários decidiram que não suspenderão o movimento até que as negociações com o governo sejam concluídas.

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Redação (29/08/07) – "Não vamos mais dar trégua. Se o governo quiser negociar, tem que ser no meio da greve", disse o vice-presidente da associação dos fiscais (Anffa), Wilson de Sá. A nova paralisação ocorre às vésperas da chegada de uma missão da União Européia ao País. O segmento exportador teme que a nova greve prejudique a avaliação dos europeus. 

Ontem, o comando de greve reuniu-se com o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Silas Brasileiro, para tentar um avanço na proposta do governo. Os fiscais querem 45% de reajuste nos salários-base e 100% da gratificação (GDAFA), inclusive para aposentados e inativos. O Ministério do Planejamento insiste em centrar o reajuste na GDAFA só para servidores ativos. Pela última oferta, que seria dividida em três anos a partir de 2008, haveria alta de 16,4% nos salários iniciais, o que elevaria o bruto a R$ 7,1 mil mensais. No topo da carreira, o reajuste seria de 20,3% – ou R$ 10,1 mil. 

Os fiscais afirmam, porém, que os reajustes seriam menores, entre 7,2% e 20,5%. Pelo acordo, o salário-base subiria entre 0,5% e 6,3%. "Isso não atende aos compromissos assumidos pelo governo desde 2005", diz Sá. A categoria também rejeita a equiparação salarial com especialistas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). "Querem equiparar, em três anos, com o que eles ganham hoje. Não dá". Pressionado por empresários e ruralistas, Brasileiro se reuniu ontem no Planejamento para negociar outra oferta. 

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