Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,58 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,42 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,31 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,43 / kg
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Suíno - Estadual SCR$ 5,82 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,43 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 172,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,47 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 164,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 188,97 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.286,52 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,92 / cx
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 163,38 / cx
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Paraná amarga prejuízos de US$ 621 milhões com aftosa

Além deste saldo, talvez a pior notícia é que não há previsão para que o Paraná seja reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa com vacinação.

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Da Redação 22/10/2007 – As exportações de carne paranaense para os principais mercados importadores continuam embargadas, após primeiras suspeitas de febre aftosa em parte do rebanho estadual. Depois de exatos dois anos, a cadeia produtiva da carne acumula prejuízos – de cerca de US$ 621 milhões, de acordo com cálculos do Sindicato da Indústria das Carnes do Paraná (Sindicarnes) -, foram fechados cerca de 2 mil empregos, o rebanho foi reduzido e a capacidade industrial instalada opera com cerca de metade da produção.

Além deste saldo, talvez a pior notícia é que não há previsão para que o Paraná seja reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa com vacinação. A retomada deste status vem sendo adiada há vários meses, desde o fim do "vazio sanitário" (período de seis meses sem criações animais após os sacrifícios do rebanho), que terminou em outubro do ano passado. Este status é considerado fator fundamental para que a maioria dos países passe a comprar a carne paranaense.

A expectativa do secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Valter Bianchini, é que a OIE libere o Paraná no início do próximo ano. "A OIE se reúne a cada seis meses e a próxima reunião está marcada para janeiro. O problema é que o Paraná está na microrregião do Mato Grosso do Sul e o relatório (feito pela Ministério da Agricultura) ainda não foi concluído", explica. Ele reconhece que dois anos sem exportar é muito tempo, mas que o "trabalho tem que ser feito conforme as regras".

Apesar dos embargos, Bianchini lembra que as exportações de aves "estão batendo recordes". "A suinocultura está aumentando e os frigoríficos (de carne bovina) estão retomando seus trabalhos e estamos fazendo um projeto de padronização dos cortes especiais", afirma. Ele acrescenta que, desde então, os trabalhos de sanidade estão sendo tratados como prioridade, com a contratação de novos técnicos, campanhas de vacinação, inclusive, na fronteira e informatização das guias de transporte animal (GTAs).

O fato é que, independente dos trabalhos desenvolvidos pelo Estado, a cadeia produtiva da carne perdeu mercado. Atualmente, o Paraná mantém negócios com 27 países, enquanto o País todo tem 137 destinos. Além da comparação, a carne produzida aqui vai para "mercados marginais", que compram em pequena quantidade e carnes menos nobres, portanto, mais baratos. Cálculos do Sindicarnes apontam que do total que deixou de ser exportado, 55% são de carne suína, 25% de carne bovina e 20% de frango.

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