Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,47 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,21 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,70 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,77 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 138,39 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 140,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 154,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 155,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 129,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,27 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,21 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,23 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.566,88 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.484,33 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 135,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,68 / cx
Mercado Interno

PR e MST discutem reforma agrária

Movimento cobrou o passivo dos acordos firmados com o governo em 2007.

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O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) se reuniu nesta segunda-feira (13) com o secretário da Agricultura do Paraná, Roberto Muniz, para cobrar o passivo dos acordos firmados com o governo em 2007, apresentar demandas para os próximos 20 meses e discutir a reforma agrária no estado.

De acordo com o líder do MST, Márcio Matos, todos os acordos feitos com o Governo do Paraná foram encaminhados para as suas respectivas secretarias, como saúde, educação, moradia e infraestrutura. “O governo conseguiu encaminhar algumas coisas. Não temos dúvidas do comprometimento do governador Jaques Wagner com a reforma agrária e com o Movimento Sem Terra. Por isso, viemos cobrar esse passivo de 2007 e apresentar novas demandas para pactuar outros acordos”, afirmou.

Segundo Roberto Muniz, entre as ações do governo para a melhoria nos assentamentos dos Sem Terra na Bahia estão reformas de casas, construção e reformas de centros de formação, distribuição de sementes e implantação de energia elétrica nos assentamentos, e a recuperação de 300 quilômetros de estradas vicinais para facilitar o escoamento da produção agrícola das áreas de assentamentos. Estão previstos mais 400 quilômetros. “Houve conquistas, mas o movimento quer ampliá-las. A pauta é extensa e requer cuidados especiais, porque precisamos olhar principalmente os agricultores familiares, que representam parte dessa grande quantidade de famílias que estão no campo e desejam ação prioritária do Governo do Estado”, afirma o secretário.

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