Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,43 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,75 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,29 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,97 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,90 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.570,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.465,74 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,91 / cx
Destaque Todas Páginas
Mercado Interno

PR e MST discutem reforma agrária

Movimento cobrou o passivo dos acordos firmados com o governo em 2007.

Compartilhar essa notícia

O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) se reuniu nesta segunda-feira (13) com o secretário da Agricultura do Paraná, Roberto Muniz, para cobrar o passivo dos acordos firmados com o governo em 2007, apresentar demandas para os próximos 20 meses e discutir a reforma agrária no estado.

De acordo com o líder do MST, Márcio Matos, todos os acordos feitos com o Governo do Paraná foram encaminhados para as suas respectivas secretarias, como saúde, educação, moradia e infraestrutura. “O governo conseguiu encaminhar algumas coisas. Não temos dúvidas do comprometimento do governador Jaques Wagner com a reforma agrária e com o Movimento Sem Terra. Por isso, viemos cobrar esse passivo de 2007 e apresentar novas demandas para pactuar outros acordos”, afirmou.

Segundo Roberto Muniz, entre as ações do governo para a melhoria nos assentamentos dos Sem Terra na Bahia estão reformas de casas, construção e reformas de centros de formação, distribuição de sementes e implantação de energia elétrica nos assentamentos, e a recuperação de 300 quilômetros de estradas vicinais para facilitar o escoamento da produção agrícola das áreas de assentamentos. Estão previstos mais 400 quilômetros. “Houve conquistas, mas o movimento quer ampliá-las. A pauta é extensa e requer cuidados especiais, porque precisamos olhar principalmente os agricultores familiares, que representam parte dessa grande quantidade de famílias que estão no campo e desejam ação prioritária do Governo do Estado”, afirma o secretário.

Assuntos Relacionados paraná
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329