Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
Destaque Todas Páginas
Comentário

Quem é e o que faz um conselheiro de empresas?

Dada à importância, a definição de quem deve ocupar esse cargo nobre hoje é acompanhada com maior destaque nas empresas

Compartilhar essa notícia
Quem é e o que faz um conselheiro de empresas?

Muitas das grandes empresas brasileiras que têm conselheiros com mandatos curtos devem fazer este tipo de questionamento no ano que finda. O momento é importante para a gestão corporativa, pois o conselho é o órgão máximo na administração. Dada à importância, a definição de quem deve ocupar esse cargo nobre hoje é acompanhada com maior destaque nas empresas. Em geral, o conselheiro é um profissional rodado, com experiência no comando de uma companhia. Pode ser um acionista, um executivo que fez carreira na organização ou alguém que se destacou no mercado e foi contratado ao cargo. Como há vagas reservadas para gente de fora da empresa, à função passou a ser incluída como uma opção possível de carreira — para poucos, é verdade, mas possível. 

Conselhos de administração, ou boards, consistem em uma espécie de colegiado e surgiram na década de 1980 nos Estados Unidos e Inglaterra para alinhar interesses de acionistas à gestão executiva. Companhias de capital aberto, sociedade anônima (SA), instituições financeiras e seguradoras são obrigadas por lei a ter conselheiros. Muitas empresas fechadas (limitadas) estão preocupadas com boas práticas de governança e, tendo em vista a possível abertura de capital no futuro, estão criando conselheiros. O board tem como principal função representar acionistas e investidores, sendo responsável pela estratégia e por assegurar a longevidade do negócio.

Nos Estados Unidos, é comum o presidente da companhia acumular cargos no conselho e no corpo executivo. No Brasil, esta prática não é bem-vista, criando um conflito de interesse. A eleição do presidente normalmente se dá por votação nas assembleias de acionistas e a escolha dos conselheiros é por decisão do board, geralmente a convite do presidente, cuja função é analisar relatórios que recebe com antecedência e opinar sobre eles nas reuniões.

Perfil maduro

Por se tratar de posições seniores, a faixa etária dos conselheiros varia de 50 a 70 anos, sendo assim muitos fazem disso um pós-carreira. Em via de regra, o profissional já está do meio para frente da carreira executiva ou está aposentado. Dificilmente uma pessoa é convidada a fazer parte de um conselho antes dos 50 anos, a não ser que esteja representando acionista e seja parte do conselho, mas o que conta é experiência, não idade.

Muitos aprendem mais do que contribuem, mas em questões de operação, cultura e dia a dia do negócio a maturidade contribui também. Para fazer parte do board, não é preciso ser acionista nem estar no quadro da companhia. Em empresas de capital aberto e composição pulverizada, ou seja, sem controlador, busca-se um profissional do mercado indicado pelos acionistas ou por consultorias de headhunters, depois votados em assembleia.

Essa busca, ainda acontece muito por networking. O processo de seleção está em evolução, saindo de atração por vínculos prévios para atração por competências e experiências específicas. De acordo com Heidrick & Struggles, apenas 5% é para colocação em conselhos. Nos Estados Unidos, já existe mercado a esse propósito. Aqui ainda é raro, mas com perspectivas de melhoras, concomitantemente com melhora de nossa economia.

 

Assuntos Relacionados
AviculturacomentarioEmpresassuinocultura
Mais lidas

Relacionados

Suinocultura Industrial 332
SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344