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Causa de diarreia na maternidade: Clostridium perfringens tipo A pode gerar muitas perdas – por Tiago J. Mores, Consultor Técnico de Suínos da Cargill Nutrição Animal

O Clostridium (C.) perfringens tipo A causa diarreia em leitões de maternidade, geralmente a partir do 5º dia de vida dos leitões.

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Causa de diarreia na maternidade: Clostridium perfringens tipo A pode gerar muitas perdas – por Tiago J. Mores, Consultor Técnico de Suínos da Cargill Nutrição Animal

O Clostridium (C.) perfringens tipo A causa diarreia em leitões de maternidade, geralmente a partir do 5º dia de vida dos leitões. A diarreia tem consistência pastosa, mucosa e de coloração amarelada. O agente é um bastonete Gram-positivo que, quando coloniza o suíno, produz toxinas denominadas alfa, beta 2 e enterotoxina. Esta última é liberada no momento da esporulação das bactérias e causa lise dos enterócitos. A toxina alfa causa lise de eritrócitos, enterócitos, plaquetas e células endoteliais, podendo provocar necrose na área afetada.

O C. perfringens está presente no intestino e fezes de suínos e sob determinadas condições, como a alta pressão de infecção, falhas de manejo ou ambiente desfavorável, pode causar a doença nos leitões. Os leitões se infectam pela via oral em contato com as fezes das porcas. A multiplicação da bactéria se dá no jejuno e íleo.Na maioria dos casos acomete todos os leitões da leitegada e grande parte dos leitões sobrevive, porém o desenvolvimento desses animais fica totalmente comprometido (Figura 1). Observa-se diarreia pastosa a cremosa de coloração amarelada (Figura 2) que pode permanecer por até 5 dias.

Refugagem de todos os leitões da leitegada.

Quando são necropsiados leitões com diarreia, observa-se que o intestino delgado apresenta a sua parede adelgaçada, com congestão e repleta de gás. Para efeito de diagnóstico, deve-se realizar isolamento da bactéria a partir de conteúdo intestinal e histopatologia de fragmentos do intestino delgado. Também deve ser enviado ao laboratório fragmentos de intestino grosso, refrigerado e em formol, para realização de diagnostico diferencial de C. perfringens tipo C, Rotavirus ou E. coli.

Em animais acometidos recomenda-se a aplicação de antibióticos a base de penicilina, ampicilina ou amoxicilina. A prevenção baseia-se na correção dos fatores de risco como alta pressão de infecção, falhas no manejo do colostro e ambiente desfavorável. Além disso, a melhor forma de prevenção é a utilização de vacina especifica para o C. perfringens tipo A. Outra forma de controle desse tipo de diarreia é a medicação na ração das porcas com bacitracina, porém este último método é de maior custo do que a vacinação. A vacina deve ser administrada para fêmeas aos 70 e 90 dias de gestação no caso de leitoas e para fêmeas pluríparas apenas uma dose aos 90 dias.

Característica da diarreia causada

por C. perfringens tipo A.

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