Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Brasil é o melhor país para se investir em biocombustíveis, diz E&Y

A indústria brasileira foi impulsionada pela introdução de uma mistura obrigatória de biodiesel no combustível tradicional e pelo aumento da demanda da Índia.

Redação (06/10/2008)- O Brasil tornou-se o país mais atraente do mundo para quem quer investir no setor de biocombustíveis, deixando os Estados Unidos para trás. A afirmação é da Ernst & Young e foi publicada em relatório trimestral da consultoria. "Concentrada principalmente na produção de etanol de cana-de-açúcar, a indústria brasileira foi impulsionada pela introdução de uma mistura obrigatória de biodiesel no combustível tradicional e pelo aumento da demanda da Índia", justificou a Ernst & Young.

O relatório indica que a indústria americana, por sua vez, foi prejudicada pelo aperto na oferta de crédito. O Reino Unido ocupa apenas a nona colocação no ranking, já que a confiança do investidor foi abalada pelas crescentes críticas à sustentabilidade dos biocombustíveis tradicionais.

A Ernst & Young conclui que é preciso acelerar o uso de matérias-primas não usadas na alimentação para a produção de biocombustíveis. "Cientistas e produtores concordam que a segunda geração de biocombustíveis, que envolve, entre outras soluções, o uso de safras não comestíveis e dejetos, terá menor emissão de carbono e será mais sustentável do que as tecnologias atuais", afirmou. Contudo, nenhuma tecnologia da chamada segunda geração se mostrou comercialmente viável até o momento. As informações são da Dow Jones.

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