Os interessados no programa “Defesa Agropecuária: Mais Ciência, Mais Tecnologia” deverão apresentar projetos, até o próximo dia 24 de novembro, para concorrerem às bolsas oferecidas.
Pesquisa ajudará a ampliar controle e erradicação de doenças
Redação (23/10/2008) – Desenvolver novas estratégias para prevenir, controlar e erradicar doenças, considerando as peculiaridades da pecuária nacional, será o principal desafio dos pesquisadores que atuarão na área de saúde animal do programa Defesa Agropecuária: Mais Ciência, Mais Tecnologia.
Os interessados deverão apresentar projetos, até o próximo dia 24 de novembro, para concorrerem às bolsas oferecidas pela parceria entre a Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).
Na área animal, serão incentivados a criação e o aprimoramento de redes de pesquisa, além do fomento a projetos prioritários de ação em saúde animal. Estas redes deverão incrementar a descoberta de medicamentos, vacinas, metodologias de diagnósticos e vigilância epidemiológica, condições indispensáveis ao aprimoramento da produção de bovinos, aves, suínos e pescados.
Leia também no Agrimídia:
- •OMSA confirma Influenza Aviária em aves silvestres no Uruguai e reforça alerta sanitário na região
- •Alibem exporta carne suína para mais de 40 países e comercializa 160 mil toneladas por ano
- •Perfil do consumidor brasileiro muda em 2026 e exige novas estratégias do varejo
- •AVEC pede suspensão preventiva das importações de aves da China pela União Europeia
Competitividade – “Além disso, a competitividade do mercado internacional impõe requisitos que passam pela evolução tecnológica. Um exemplo é a automação dos sistemas de defesa animal, que se tornou premente para o exercício da vigilância epidemiológica, especialmente, em um país com proporções continentais, como é o Brasil, que faz fronteira com dez países”, explica o secretário de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz.
Para o secretário, o desenvolvimento de sistemas de rastreabilidade para rebanhos de interesse comercial, por exemplo, poderá proporcionar ao País ainda mais espaço no comércio mundial, conquistando mercados que exigem excelência em animais rastreados.





















