Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Pesquisa ajudará a ampliar controle e erradicação de doenças

Os interessados no programa “Defesa Agropecuária: Mais Ciência, Mais Tecnologia” deverão apresentar projetos, até o próximo dia 24 de novembro, para concorrerem às bolsas oferecidas.

Redação (23/10/2008) – Desenvolver novas estratégias para prevenir, controlar e erradicar doenças, considerando as peculiaridades da pecuária nacional, será o principal desafio dos pesquisadores que atuarão na área de saúde animal do programa Defesa Agropecuária: Mais Ciência, Mais Tecnologia.

Os interessados deverão apresentar projetos, até o próximo dia 24 de novembro, para concorrerem às bolsas oferecidas pela parceria entre a Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).   

Na área animal, serão incentivados a criação e o aprimoramento de redes de pesquisa, além do fomento a projetos prioritários de ação em saúde animal. Estas redes deverão incrementar a descoberta de medicamentos, vacinas, metodologias de diagnósticos e vigilância epidemiológica, condições indispensáveis ao aprimoramento da produção de bovinos, aves, suínos e pescados.

Competitividade – “Além disso, a competitividade do mercado internacional impõe requisitos que passam pela evolução tecnológica. Um exemplo é a automação dos sistemas de defesa animal, que se tornou premente para o exercício da vigilância epidemiológica, especialmente, em um país com proporções continentais, como é o Brasil, que faz fronteira com dez países”, explica o secretário de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz.

Para o secretário, o desenvolvimento de sistemas de rastreabilidade para rebanhos de interesse comercial, por exemplo, poderá proporcionar ao País ainda mais espaço no comércio mundial, conquistando mercados que exigem excelência em animais rastreados.

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