Grupo de pesquisadores dos EUA estuda utilizar radiação contra bactérias na carne de frango.
Pesquisa mostra efeito de radiação sobre carne de frango
Uma mistura orgânica entre ácidos e extratos vegetais é suficiente para combater bactérias patogênicas no peito de frango. Adicionando uma pequena proporção de radiação à mistura, a combinação se torna letal.
Os pesquisadores de Segurança Alimentar da Universidade do Arkansas (EUA) considerou a hipótese de redução de monocitogênios e salmonela typhimurim em peito de frango combinando ácidos orgânicos, acéticos, cítricos, láticos e tartáricos e radiação. Os experimentos foram realizados com extrato de chá verde e semente de uva.
Os ácidos orgânicos são eficazes com a salmonela typhimurim e monocitogênios. Com a irradiação, os resultados foram significativos em todos os agentes patogênicos. “Queremos chegar há um menor número de extratos vegetais e irradiação para obter o melhor efeito inibitório”, disse Navam Hettiarachchy, que supervisionou o projeto.
Leia também no Agrimídia:
- •Luz na incubação influencia comportamento e bem-estar de pintinhos, aponta estudo
- •36ª Reunião Anual do CBNA discute como a pesquisa brasileira impulsiona produtividade e eficiência animal
- •Reino Unido avança para liberar proteína animal processada em rações, mas decisão depende segundo a UE
- •Paraná projeta colheita de soja na casa das 22 milhões de toneladas; Avicultura e suinocultura em crescimento
Os pesquisadores também utilizaram extratos vegetais para antioxidação. A oxidação lipidíca é um processo que afeta negativamente as características da carne, incluindo seu aroma, cor e textura. O grupo de pesquisa de Hettiarachchy testou a irradiação na carne de frango e não encontrou nenhuma alteração.
“Estou esperançoso quanto à aceitação pública sobre o processo de irradiação na carne das aves. Acredito que eles entenderão que esse processo livra o alimento de bactérias patogênicas”, explica. “Uma das metas do projeto é incentivar o conhecimento do consumidor sobre testes de irradiação”.
* Com informações do World Poultry





















