Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Saúde Animal

Publicado estudo controverso sobre mutação da Influenza Aviária

Benefícios da publicação superam os riscos de um uso mal-intencionado da informação.

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Publicado estudo controverso sobre mutação da Influenza Aviária

Um controverso estudo sobre uma mutação do vírus da Influenza Aviária foi publicado nesta quarta-feira (02) pela revista científica britânica Nature, sem que tivessem sido alterados “os elementos científicos essenciais”. A revista também difundiu um relatório de uma agência de biossegurança favorável à publicação.

Assim, a Nature publicou o estudo de uma equipe do Wisconsin, chefiada por Yoshihiro Kawaoka, enquanto o cientista holandês Ron Fouchier está “revisando” o trabalho antes de sua divulgação da revista Science.

O estudo

A equipe de Kawaoka explica que introduziu uma mutação por meio de um gene chave do vírus H5N1, tornando-o mais compatível com as células do sistema respiratório humano. Posteriormente, os cientistas usaram o vírus da gripe suína H1N1, que provocou uma pandemia em 2009, para criar um “híbrido H5/H1”.
Depois, seis furões foram infectados com o vírus mutante e estes transmitiram o vírus a outros furões pelo ar, mas nenhum deles morreu. A Nature também publicou o artigo de uma agência de biossegurança no qual afirma que os benefícios da publicação superam os riscos de um uso mal-intencionado da informação divulgada.
No fim de março, um painel não governamental de especialistas científicos e de segurança nos Estados Unidos havia dado luz verde para a publicação completa dos estudos sobre a Influenza Aviária mutante, revertendo a decisão anterior de omitir detalhes chave da pesquisa.

Controvérsias

Especialistas dos Estados Unidos se opuseram previamente à publicação destes estudos, que mostravam como um vírus da gripe H5N1 criado em laboratório podia ser facilmente transmitido pelo ar entre os furões – por temor de que a informação acabasse em mãos erradas e desencadeasse uma pandemia mortal de gripe.
No fim de março, ao contrário, especialistas do Conselho Assessor Nacional Científico de Biossegurança (NSABB) consideraram que “a compreensão das mutações específicas pode melhorar a vigilância internacional e a saúde pública e a segurança”. Os especialistas concordaram por unanimidade em que a pesquisa da equipe do Wisconsin devia ser publicada na íntegra, segundo o previsto pela Nature.

Resultado final

A votação sobre a pesquisa de Fouchier foi aprovada por 12-6 votos, indicando que persistiam algumas dúvidas entre os membros. Estima-se que a Influenza Aviária seja responsável pela morte de mais da metade das pessoas que infecta, o que faz dela uma doença muito mais letal do que as cepas típicas do vírus sazonal. Segundo a Organização Mundial da Saúde, houve 573 casos de Influenza Aviária H5N1 em humanos em 15 países desde 2003, com 58,6% de casos fatais.

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