Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,32 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,18 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,00 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,93 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.207,77 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.085,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 164,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 172,94 / cx
Tecnologia

Exposição na Alemanha traz ‘casa aquário’ que gera biomassa

A casa número 17 de Inselpark em Hamburgo chama a atenção de quem passa pelo local por se assemelhar a um aquário.

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Exposição na Alemanha traz ‘casa aquário’ que gera biomassa

A casa número 17 de Inselpark em Hamburgo chama a atenção de quem passa pelo local por se assemelhar a um aquário. As paredes, formadas por placas com água e bolhas, fazem parte de um inovador conceito de casa autossustentável: a casa que gera sua própria biomassa.

As paredes da casa funcionam como fazendas de criação de algas. Ao todo 129 placas com água nas paredes externas sudeste e sudoeste da casa aproveitam a exposição à luz do sol e recebem continuamente nutrientes líquidos e CO2 para que as microalgas possam se desenvolver.

Quando atingem um certo tamanho, elas são retiradas e repassadas para uma usina de biogás, fora do prédio, onde serão fermentadas para a criação de gás biológico. As algas são capazes de produzir até cinco vezes mais energia por hectare do que plantas terrestres.

Além disso, os raios de sol aquecem a água contida nas placas, como em uma unidade solar térmica convencional. Este calor pode ser usado imediatamente na casa, ou acumulado em um conjunto de tubulações e reservatórios, localizados a 80 metros de profundidade. Desta maneira, é possível armazenar o calor de forma mais eficiente e aproveitar uma outra forma de energia, a geotérmica.

Chamada de BIQ, a “casa aquário”, de quatro andares custou 3,4 milhões de euros (R$ 8,8 milhões) e é uma boa síntese deste tipo de inovação. Construída por uma parceria entre a construtora Otto Wulff e a Strategic Science Consult Hamburg (SSC), o prédio faz uso das energias solar, geotérmica e de biomassa.

Os construtores estimam que o edifício seja capaz de gerar 42 KWh por ano.

A casa em Hamburgo está em um quarteirão com vários protótipos e faz parte da IBA, International Bauaustellung, uma exposição internacional de construções modernas, que fica em cartaz até novembro deste ano.

O prefeito de Hamburgo, Olaf Scholz, disse à BBC Brasil que o quarteirão foi desenvolvido “com as mais modernas e futurísticas tecnologias que podemos utilizar para moradias, com materiais inovadores e tipos de energia renováveis”.

Martin Kerner da SSC participou da pesquisa que envolveu universidades e empresas alemães dentro do projeto TERM (na tradução livre, Tecnologias para o desenvolvimento do recurso Microalga) e garantiu que se trata da primeira construção deste tipo.

“Espero que nós sejamos bem-sucedidos e que esta tecnologia contribua para gerar cada vez mais uma biomassa valiosa e de maneira eficiente dentro das cidades”, declarou.

 Uma outra curiosidade é que a fachada composta por aquários muda de tonalidade de acordo com a quantidade de microalgas que fazem a fotossíntese. “A produção de energia renovável no BIQ não é uma central de energia que opera escondida no centro da construção, em segredo, mas é um elemento visível do design e uma parte explícita do conceito arquitetônico”, conta o gerente comercial da IBA, Uli Hellweg.

As placas de água também tem uma função importante de controlar a entrada de luminosidade nos 15 apartamentos, que tem tamanhos variados, de 50 a 120 m².

O grande problema da tecnologia é que sem sol, não se gera energia, mas além dos painéis, o edifício conta ainda com uma rede de tubulações e reservatórios que chegam até os 80 metros de profundidade para aproveitar a energia geotérmica.

O diretor da construtora Stefan Wulff conta que o processo de construção não foi fácil. “Construir uma bio-fachada foi um grande desafio e muitas vezes foi necessário uma visão ampla e muita paciência”, comentou.

Quarteirão do futuroLogo ao lado da BIQ está uma casa que tem um telhado de tecido, que gira de forma acompanhar o sol e maximiza, assim, a captação de luminosidade nas placas capazes de usar a energia solar.

Cada prédio vizinho tem uma ideia inovadora, mesmo que ela parece antiga. A madeira, por exemplo, foi um dos destaques deste projeto, sendo usada em vários edifícios, principalmente por ser um isolante térmico mais eficaz do que o concreto ou o metal usado geralmente em fachadas.

No prédio chamado de “cubo de madeira”, as paredes externas são formadas por um sanduíche feito de várias camadas de madeira e montados sem nenhum tipo de prego. Ao invés disto, pinos, também vegetais, foram usados para fixar a estrutura, que assim se tornou completamente reciclável.

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  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 70,56
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    R$ 123,32
    kg
  • Soja - Indicador
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    R$ 131,18
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  • Suíno Carcaça - Regional
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    Grande São Paulo (SP)
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    R$ 168,76
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    SP
    R$ 7,06
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  • Frango - Indicador
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    R$ 7,10
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    R$ 178,26
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  • Ovo Branco - Regional
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    R$ 164,10
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  • Ovo Vermelho - Regional
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