Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Pesquisa

Pesquisa do Inpa produz hormônio de crescimento do tambaqui em laboratório pela primeira vez

A produção aprimorada desse hormônio abre caminhos para inovações biotecnológicas na zootecnia com aplicações práticas que garantem a sustentabilidade da piscicultura

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Pesquisa do Inpa produz hormônio de crescimento do tambaqui em laboratório pela primeira vez

A pesquisa inédita realizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) alcançou um marco significativo ao clonar o gene do hormônio do crescimento (GH) do tambaqui em laboratório. Esta conquista representa um avanço importante para a zootecnia, especialmente para a piscicultura brasileira, onde o tambaqui desempenha um papel fundamental.

O GH é crucial para regular o crescimento e outros processos fisiológicos essenciais no tambaqui e em outros vertebrados. Utilizando a técnica de inserção do gene de cDNA do tambaqui na levedura Komagataella phaffii, os pesquisadores conseguiram produzir o GH recombinante de forma eficiente. Essa abordagem permite a produção em larga escala da proteína de maneira mais acessível e econômica do que métodos tradicionais de extração diretamente dos peixes.

Além de abrir novas possibilidades para estudos na área de biotecnologia aquática, essa pesquisa promete impactar positivamente a aquicultura amazônica. O desenvolvimento de técnicas biotecnológicas para melhorar o crescimento e a saúde dos peixes, como o tambaqui, pode beneficiar tanto o setor produtivo quanto os consumidores, aumentando a oferta e a qualidade do pescado disponível.

Com a colaboração de várias instituições de pesquisa, incluindo a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Instituto Federal do Amazonas (Ifam), Embrapa, Fiocruz, entre outras, o estudo representa uma cooperação ampla e multidisciplinar na busca por soluções inovadoras na aquicultura.

Esse avanço também é um passo importante para entender melhor os mecanismos de crescimento dos peixes e desenvolver estratégias sustentáveis para a produção de alimentos aquáticos, essenciais para a segurança alimentar e econômica da região amazônica.

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