Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,14 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,53 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,59 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,57 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,63 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,32 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.158,45 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.092,04 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,71 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 157,57 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 159,60 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 171,02 / cx
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Pecuária de corte: ciclo de alta em 2025 traz desafios para frigoríficos e consumidores

O ano de 2025 marca uma mudança importante no ciclo da pecuária de corte no Brasil, com a redução da oferta de bovinos para abate, o que pressiona os custos…
Pecuária de corte: ciclo de alta em 2025 traz desafios para frigoríficos e consumidores

O ano de 2025 marca uma mudança importante no ciclo da pecuária de corte no Brasil, com a redução da oferta de bovinos para abate, o que pressiona os custos da arroba e comprime as margens dos frigoríficos. Os grandes frigoríficos devem recorrer à exportação e à diversificação de proteínas como estratégias para mitigar o impacto, enquanto os pequenos e médios enfrentam maiores dificuldades, especialmente por dependerem do mercado interno.

A arroba bovina acumulou valorização de 23,32% em 2024, segundo o Cepea, e a tendência é de novos aumentos no próximo ano, refletindo a restrição na oferta de animais. Esse cenário impactará diretamente os frigoríficos menores, responsáveis por cerca de 60% da carne destinada ao consumo interno, conforme estimativas da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). Sem acesso aos mercados internacionais e à valorização do dólar, muitos deles têm pouca margem de manobra para lidar com os custos crescentes.

Exportações e desafios globais

Apesar da queda na participação chinesa nas exportações brasileiras — de 48,4% para 41,1% entre 2023 e 2024 —, o país asiático segue como o principal destino da carne bovina nacional, devido à alta demanda por proteínas. Os Estados Unidos assumiram a segunda posição no ranking de clientes, mas as incertezas quanto às políticas comerciais do governo de Donald Trump, que reassume em janeiro, trazem preocupações para o setor.

A valorização do dólar, porém, continua a favorecer frigoríficos que exportam, como aponta Gustavo Troyano, analista do Itaú BBA. Ele destaca que as exportações têm historicamente maior rentabilidade que o mercado interno, especialmente em períodos de dólar elevado.

Impactos no mercado interno

No Brasil, o aumento no preço da carne bovina já tem refletido no varejo, com alta acumulada de 9,63% nos últimos 12 meses até novembro de 2024, segundo dados do IPC-M da FGV Ibre. A tendência é de novos repasses ao consumidor, o que pode levar à migração para proteínas alternativas, como frango e carne suína, beneficiando empresas desses setores.

Os preços da arroba, projetados para não ficarem abaixo de R$ 300 em 2025, desafiarão o equilíbrio entre o custo dos frigoríficos e os limites do consumidor. “O mercado interno dita os preços e não suporta valores abusivos”, alerta Oswaldo Ribeiro Júnior, presidente da Acrimat.

Perspectivas para 2025 e além

Especialistas como João Figueiredo, da Datagro Pecuária, indicam que o movimento de alta da arroba é natural em um ciclo de valorização, mesmo com eventuais correções de curto prazo. Para o setor, a busca por eficiência e diversificação será essencial, especialmente para os pequenos frigoríficos que abastecem o mercado doméstico.

Com um cenário desafiador, o setor pecuário precisará equilibrar custos e demandas internas e externas para sustentar sua competitividade em 2025.

Referência: Valor Econômico

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