Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Sanidade

Exportações de frango brasileiro não devem ser proibidas devido à gripe aviária, diz lobby avícola

Maioria dos clientes está disposta a aceitar a criação de uma “zona de contenção” com base nas diretrizes da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE)

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Exportações de frango brasileiro não devem ser proibidas devido à gripe aviária, diz lobby avícola

O lobby avícola brasileiro expressou confiança de que o Brasil não enfrentará uma proibição nacional de exportações de frango devido à gripe aviária. A revisão dos acordos comerciais com a maioria dos parceiros comerciais, incluindo a China, reduz a probabilidade de restrições abrangentes às exportações em caso de surtos do vírus da gripe aviária altamente patogênica (HPAI) em rebanhos comerciais.

Ricardo Santin, representante de empresas como JBS e BRF, afirmou que os acordos comerciais devem limitar qualquer proibição de exportação a regiões geográficas específicas. Apesar disso, o protocolo sanitário bilateral de 2004 com a China, o maior comprador de frango do Brasil, pode impor algumas restrições aos exportadores. O protocolo exige notificação imediata a Pequim sobre doenças epidêmicas e estabelece proibições temporárias, dependendo do tipo de doença que ameaça a saúde das aves. Além disso, estipula que a carne exportada deve provir de fazendas livres de restrições relacionadas a doenças aviárias por 12 meses.

Santin não entrou em detalhes sobre como o protocolo de 2004 seria aplicado em caso de surto no rebanho comercial do Brasil. Recentemente, foram detectados casos de HPAI em aves silvestres no Rio Grande do Sul, aumentando o risco de infecção em granjas avícolas, especialmente concentradas no sul do país. O Rio Grande do Sul é responsável por 16% das exportações brasileiras de frango.

O lobby avícola brasileiro ressaltou que o Brasil tem buscado renegociar os protocolos sanitários com cerca de 70% dos mercados externos desde 2021. A maioria dos clientes está disposta a aceitar a criação de uma “zona de contenção” com base nas diretrizes da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), o que permitiria a continuidade das exportações. No entanto, compradores como Japão, México e África do Sul, que não revisaram os acordos com o Brasil, podem exigir medidas adicionais para garantir a segurança dos produtos avícolas importados.

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