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Soja - Indicador PRR$ 122,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,53 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,71 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,44 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 155,07 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 146,77 / cx
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Influenza Aviária

Relato sobre a reunião do conselho consultivo do plano nacional de sanidade avícola.

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Redação AI 28/08/2002 – Atendendo convocação do Diretor do Departamento de Defesa Animal do Ministério da Agricultura, o Conselho Consultivo do Plano Nacional de Sanidade Avícola (CC/PNSA) reunido em Brasília nos últimos dias 22 e 23 de agosto, a fim de discutir procedimentos de emergência para Influenza Aviária (IA), recomendou ao Ministério da Agricultura a adoção das seguintes medidas:

– Manter o CC/PNSA em estado de alerta, a fim de discutir e propor novas medidas emergenciais de prevenção e controle;

– Restringir a importação de aves e produtos avícolas de países provenientes de países que tenham IA, como Chile, Estados Unidos, México, Guatemala, El Salvador, China e Senegal;

– Realizar análises de risco desses países e das áreas de ocorrência da IA;

– Ampliar as exigências para importação de avós dos Estados Unidos, principalmente quando os planteis de elite e/ou de bisavós estiverem localizados em Estados que apresentaram surtos recentes de Influenza Aviária;

– Realizar um censo avícola brasileiro com a localização das granjas de matrizes, frangos de corte, perus, poedeiras, avestruzes e outras aves a fim de permitir a análise de risco nas diversas áreas geográficas de produção;

– Redobrar os cuidados sanitários nos postos de fronteiras com a Argentina e Uruguai afim de vistoriar e desinfetar caminhões provenientes do Chile;

– Redobrar a vigilância sanitária nos aeroportos que recebem vôos do Chile, América Central e dos Estados Unidos, inclusive com a desinfecção de aviões, caso haja suspeita de presença de material contaminado;

– Reavaliar a rede de laboratórios oficiais e credenciados a fim de capacita-los para a realização de provas de diagnóstico da enfermidade e produção de antígenos específicos;

– Realizar estudos a fim de avaliar a viabilidade da produção de vacinas no país, ou da criação de um banco de vacinas no exterior;

– Fortalecer os Grupos de Emergência (GEASES) existentes nos Estados e organizar equipes regionais onde eles não existirem;

– Elaborar e implementar programas de treinamento para os GEASES, bem como para os Médicos Veterinários oficiais do Ministério da Agricultura e das Secretarias de Agricultura dos Estados e da iniciativa privada;

– Divulgar amplamente o Plano de Emergência Sanitária para Doença de Newcastle e Influenza Aviária elaborado pelo Ministério da Agricultura a fim de orientar os Médicos Veterinários oficiais e particulares sobre procedimentos a serem adotados para prevenção, diagnóstico e controle dessas enfermidades;

– Realizar, juntamente com a UBA, ABEF e FACTA, um Workshop sobre Influenza Aviária dias 21 e 22 de outubro, em Campinas, a fim de discutir estratégias de prevenção contra a enfermidade;

– Recomendar a criação de Fundos específicos pelos Estados para indenização de produtores caso seja necessário o sacrifício de aves a fim de controlar focos, na eventualidade da entrada da doença no país;

Deve-se ressaltar que esse último ponto é de extrema urgência e importância, uma vez que, sendo o Brasil um país exportador de carne de aves, não pode pensar em outra alternativa que não seja a erradicação da doença através do sacrifício das aves afetadas, segundo normas da OIE.

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