Governador do RS defende política de sanidade animal comum para o Mercosul.
Integração regional
Da Redação 30/08/2004 – O governador Germano Rigotto defendeu, neste domingo, dia 29, na abertura do Fórum Mercosul da Carne, uma política de sanidade animal comum para os países do bloco. O evento ocorre no auditório da Farsul, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Para os países ganharem mercados internacionais em conjunto, é fundamental que seja estabelecida uma política de sanidade comum, assegurando competitividade à carne produzida pelo bloco defendeu o governador.Rigotto citou dados do setor no Estado, que conta com 13,8 milhões de cabeças e um registro de abate anual de 2,2 mil cabeças. O governador lembrou que o abate clandestino, um dos principais problemas do setor, vem sendo enfrentado pelo Estado em uma força tarefa em composta pelas secretarias da Agricultura e Abastecimento, Justiça e Segurança, Saúde, Fazenda e Meio Ambiente, com apoio de sindicatos e associações rurais e Ministério Público.Atualmente, 50% do abate de bovinos é clandestino no Rio Grande do Sul. De acordo com o governador, muitos dos frigoríficos que agora estão sendo reabertos com o apoio do Estado, como é o caso dos frigorífico de Alegrete e Dom Pedrito, fecharam devido à concorrência desleal dos abates irregulares. ” O abate clandestino é ruim para a população, devido à falta de fiscalização de sanidade, para a economia e para o Estado, com a perda de arrecadação”, completou. A conquista de novos mercados é outra meta a ser alcançada. O Rio Grande do Sul produz 1,9 milhão de toneladas de carne ao ano, sendo 900 mil na avicultura, 511 mil de carne suína e 440 mil na pecuária de corte. Quase 1 milhão de pessoas trabalham nos setores de leite, corte e couro. As informações são do governo do Estado do Rio Grande do Sul.
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