Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Integração regional

Governador do RS defende política de sanidade animal comum para o Mercosul.

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Da Redação 30/08/2004 – O governador Germano Rigotto defendeu, neste domingo, dia 29, na abertura do Fórum Mercosul da Carne, uma política de sanidade animal comum para os países do bloco. O evento ocorre no auditório da Farsul, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Para os países ganharem mercados internacionais em conjunto, é fundamental que seja estabelecida uma política de sanidade comum, assegurando competitividade à carne produzida pelo bloco defendeu o governador.Rigotto citou dados do setor no Estado, que conta com 13,8 milhões de cabeças e um registro de abate anual de 2,2 mil cabeças.

O governador lembrou que o abate clandestino, um dos principais problemas do setor, vem sendo enfrentado pelo Estado em uma força tarefa em composta pelas secretarias da Agricultura e Abastecimento, Justiça e Segurança, Saúde, Fazenda e Meio Ambiente, com apoio de sindicatos e associações rurais e Ministério Público.Atualmente, 50% do abate de bovinos é clandestino no Rio Grande do Sul. De acordo com o governador, muitos dos frigoríficos que agora estão sendo reabertos com o apoio do Estado, como é o caso dos frigorífico de Alegrete e Dom Pedrito, fecharam devido à concorrência desleal dos abates irregulares. 

” O abate clandestino é ruim para a população, devido à falta de fiscalização de sanidade, para a economia e para o Estado, com a perda de arrecadação”, completou. A conquista de novos mercados é outra meta a ser alcançada. O Rio Grande do Sul produz 1,9 milhão de toneladas de carne ao ano, sendo 900 mil na avicultura, 511 mil de carne suína e 440 mil na pecuária de corte. Quase 1 milhão de pessoas trabalham nos setores de leite, corte e couro. As informações são do governo do Estado do Rio Grande do Sul.


 

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