Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Trânsito livre para a avicultura de Tupã (SP)

Resolução estadual declara o bolsão composto por 16 municípios da região de Tupã como área controlada com vacinação para Laringotraqueíte Infecciosa.

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Redação AI (21/11/05) – A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo publicou na sexta-feira (18/11) no Diário Oficial do Estado, uma resolução que declara o “bolsão” composto por 16 municípios da região de Tupã como área controlada com vacinação para Laringotraqueíte Infecciosa, doença respiratória que ocorre principalmente em galinhas de postura e que provoca queda na produtividade e morte de aves adultas.

A medida, adotada depois de dois anos de restrição, permitirá aos produtores enviar ovos férteis, pintos e aves para o abate fora da região, mediante solicitação apresentada à Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), e inspeção, por parte do órgão, quanto às exigências sanitárias estabelecidas para as granjas da região.

De acordo com a CDA, a liberação ocorreu depois de constatados os bons resultados das ações sanitárias implementadas desde setembro de 2003, quando foi constatada a doença. Resolução publicada pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento naquele período criou um bolsão do qual proibiu-se a saída de aves vivas e estabeleceu condições para o abate das aves que, no final de sua vida reprodutiva, só poderia ser feito em um frigorífico localizado dentro do bolsão. Também tornou-se obrigatória a desinfecção de veículos egressos, com o objetivo de impedir que o a doença se espalhasse para áreas fora do bolsão.

Para o Secretário Duarte Nogueira, outro importante fator para a liberação dos produtos avícolas da região foi o estabelecimento das medidas de biosseguridade das granjas e da campanha de vacinação, já no início de 2004. “Estabelecemos um intenso trabalho de acompanhamento das granjas e a vacinação obrigatória das aves entre quatro e 70 semanas de vida, nas mais de 180 propriedades da região, assim como a imunização das aves de reposição que ingressam na área do Bolsão”, explica o Secretário, salientando que a vacinação é restrita à região de Tupã, portanto proibida em outras áreas do Estado.

De acordo com Fernando Buchala, coordenador do programa de sanidade avícola da Secretaria, na região do bolsão a vacinação é permanentemente. “Com a entrada das aves de reposição, a vacinação é contínua. São duas doses por ave, a primeira entre quatro e 14 semanas e outra a partir da 16 semana de vida, com intervalos de 14 dias pelo menos”, garante o técnico. Para o Secretário Duarte Nogueira os números atestam a importância da medida. “No ano passado, São Paulo produziu 27,5 milhões de caixas com 30 dúzias de ovos e, desse total, a região de Tupã (considerados 14 municípios) foi responsável pela produção de mais de 10 milhões de caixas, a maior produção do Estado”, afirma.

 

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