Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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FAO pede que imprensa não crie pânico na América Latina por H5N1

A ONU colocou à disposição um fundo de US$ 2 milhões para ajudar os países na prevenção da doença.

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Redação AI (10/04/06)- A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) pediu sábado à imprensa “que não crie pânico” na América Latina diante de uma eventual chegada da gripe aviária à região.

O mexicano Moisés Vargas-Terán, analista da FAO para a gripe aviária, sustentou que a região em geral está preparada para combater a gripe aviária, “mas o problema atual é o alarme que a imprensa está criando”.
Vargas-Terán admitiu, em entrevista à EFE, que é difícil que a região “possa criar uma barreira” que impeça o vírus H5N1 de chegar à América Latina, mas ressaltou que “todos os Governos estão em alerta”.

O oficial de Saúde Animal do escritório regional da FAO disse que sempre existe a possibilidade de que o vírus chegue, sobretudo por causa da globalização, mas reiterou que “não se pode causar pânico antecipadamente na população”.

Vargas-Terán informou que a ONU colocou à disposição um fundo de US$ 2 milhões para ajudar os países na prevenção da doença, e que na sede regional da FAO em Santiago funciona um Centro de Emergência para Doenças Transfronteiriças, com informações atualizadas, que tenta evitar a possível chegada e propagação do H5N1 na região.

O analista mexicano explicou que o organismo internacional aprovou projetos de cooperação técnica para Caribe, América Central e México, assim como para os países do Mercosul e as nações andinas, com o objetivo de aprofundar a vigilância epidemiológica e o diagnóstico da doença.

Vargas-Terán lembrou que, apesar de a gripe aviária não ter chegado à região, a aparição de casos na Europa e na Ásia causou impactos negativos nos preços e nas exportações dos produtos avícolas.

Como exemplo, ressaltou que no Brasil o consumo de aves e ovos caiu à metade e os preços diminuíram em torno de 30%.

Vargas-Terán reconheceu que a propagação da doença na América Latina teria sérias conseqüências para a alimentação de seus habitantes, já que a base protéica está fortemente baseada no consumo de ovos e aves.

“Aproximadamente 65% da população da América Latina baseia sua dieta em ovos e carne de aves”, ressaltou o analista da FAO.

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