Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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FAO pede que imprensa não crie pânico na América Latina por H5N1

A ONU colocou à disposição um fundo de US$ 2 milhões para ajudar os países na prevenção da doença.

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Redação AI (10/04/06)- A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) pediu sábado à imprensa “que não crie pânico” na América Latina diante de uma eventual chegada da gripe aviária à região.

O mexicano Moisés Vargas-Terán, analista da FAO para a gripe aviária, sustentou que a região em geral está preparada para combater a gripe aviária, “mas o problema atual é o alarme que a imprensa está criando”.
Vargas-Terán admitiu, em entrevista à EFE, que é difícil que a região “possa criar uma barreira” que impeça o vírus H5N1 de chegar à América Latina, mas ressaltou que “todos os Governos estão em alerta”.

O oficial de Saúde Animal do escritório regional da FAO disse que sempre existe a possibilidade de que o vírus chegue, sobretudo por causa da globalização, mas reiterou que “não se pode causar pânico antecipadamente na população”.

Vargas-Terán informou que a ONU colocou à disposição um fundo de US$ 2 milhões para ajudar os países na prevenção da doença, e que na sede regional da FAO em Santiago funciona um Centro de Emergência para Doenças Transfronteiriças, com informações atualizadas, que tenta evitar a possível chegada e propagação do H5N1 na região.

O analista mexicano explicou que o organismo internacional aprovou projetos de cooperação técnica para Caribe, América Central e México, assim como para os países do Mercosul e as nações andinas, com o objetivo de aprofundar a vigilância epidemiológica e o diagnóstico da doença.

Vargas-Terán lembrou que, apesar de a gripe aviária não ter chegado à região, a aparição de casos na Europa e na Ásia causou impactos negativos nos preços e nas exportações dos produtos avícolas.

Como exemplo, ressaltou que no Brasil o consumo de aves e ovos caiu à metade e os preços diminuíram em torno de 30%.

Vargas-Terán reconheceu que a propagação da doença na América Latina teria sérias conseqüências para a alimentação de seus habitantes, já que a base protéica está fortemente baseada no consumo de ovos e aves.

“Aproximadamente 65% da população da América Latina baseia sua dieta em ovos e carne de aves”, ressaltou o analista da FAO.

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