Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,32 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,54 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,10 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,04 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,07 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,38 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 197,27 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.289,02 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,38 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 175,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
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Instrução normativa orienta sobre erradicação da Doença de Aujeszky

A experiência de Santa Catarina no combate à Doença de Aujeszky, que acomete o rebanho de suínos, acabou se transformando em um conjunto de regras para todo o Brasil.

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Redação SI (08/05/07) – A Instrução Normativa Nº 8, publicada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em abril, estabelece as medidas de diagnóstico, controle e erradicação da doença. Pesquisadores da Embrapa Suínos e Aves, empresa de pesquisa agropecuária vinculada ao Ministério da Agricultura, que lideraram tecnicamente o programa de erradicação em Santa Catarina, fizeram parte da equipe que elaborou a instrução normativa.

A Doença de Aujeszky é temida por suinocultores do mundo inteiro pelos impactos econômicos que provoca. Transmitida por um vírus, a moléstia se espalha rapidamente pelo rebanho e ocasiona, principalmente, problemas reprodutivos nas fêmeas e morte de leitões por problemas respiratórios ou nervosos. Apesar de ser uma doença que provoca restrições internacionais para o comércio da carne produzida em áreas que registram focos, não há nenhum risco para o consumidor, já que o vírus não é transmitido para o ser humano.

Santa Catarina é, ao lado do Rio Grande do Sul e Paraná, área provisoriamente livre da doença. A condição privilegiada é resultado do esforço conjunto entre os governos federal e estadual, empresas públicas, agroindústrias e produtores de suínos. O Programa de Erradicação da Doença de Aujeszky investiu R$ 11 milhões para examinar todas as propriedades que criam suínos no Estado, abater os animais infectados, indenizar os produtores e aplicar vacinas preventivas, entre 2000 e 2004. "Estamos no caminho para transformar o Estado em área livre sem vacinação”, prevê Janice Ciacci Zanella, integrante do comitê técnico do programa e pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves.

A Instrução Normativa Nº 8 será importante para orientar os estados brasileiros que ainda não iniciaram o combate à doença. Ela determina as condições mínimas para o que deve ser feito em cada Estado. "Mas existe uma certa liberdade. Por exemplo, se a instrução diz que é necessário fazer uma certa quantidade de exames dentro de um período de tempo e o Estado deseja fazer além do que está estabelecido, não há problema", explica o também pesquisador da Embrapa Suínos e Aves e integrante do comitê do programa de erradicação da doença em Santa Catarina, Nelson Morés. A instrução normativa leva em consideração as particularidades da produção de suínos em cada Estado.

Consultar a Instrução Normativa Nº 8 é fácil. Basta acessar a página eletrônica do Ministério da Agricultura (www.agricultura.gov.br), clicar em Planos e Programas (no alto da página) e abrir o Programa Nacional de Sanidade Suídea (PNSS). Neste ponto da página aparecerá a opção de copiar o Programa Nacional de Controle da Doença de Aujeszky (DA), em formato PDF. "Para o país é importante que todos os estados implantem programas de controle da Doença de Aujeszky. Certamente a suinocultura brasileira terá um reconhecimento internacional ainda maior", afirma a pesquisadora Janice Zanella.

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    Campinas (SP)
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