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Meningite Estreptocócica afeta suinocultura

Rebanhos com históricos de ocorrência de outras doenças são mais suscetíveis a surtos de meningite.

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Redação (7/4/2009) – A incidência da Meningite Estreptocócica é maior em granjas de produção intensiva, com animais totalmente confinados e alta densidade. O stress pode precipitar a infecção causada por S. suis. Condições como superlotação, má ventilação, mudança da dieta, mudança brusca de temperatura, mistura de lotes, movimentações, vacinações e doenças concomitantes são fatores estressantes que podem participar deste processo.

Geralmente, é introduzida em um rebanho livre, através de animais portadores assintomáticos. Numa granja onde há suínos infectados, esses podem albergar o S. suis nas amígdalas ou no aparelho respiratório por um longo período, sem manifestar qualquer sintoma. Rebanhos com históricos de ocorrência de outras doenças, tais como, salmonelose, doença de Aujeszky, síndrome reprodutiva e respiratória dos suínos e pleuropneumonia suína, são mais suscetíveis a surtos de meningite estreptocócica (ME).

A introdução de animais portadores, em rebanhos livres da infecção, geralmente, resulta no aparecimento de surtos, começando primeiramente em leitões desmamados ou no início da fase de crescimento. Os leitões tornam-se infectados no momento do parto, no canal vaginal e, principalmente por via respiratória. Na fase de creche e crescimento-terminação a transmissão ocorre, basicamente, por via respiratória. O S. suis também pode ser transmitido através de fômites.

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