Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,63 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,57 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,94 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,70 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,78 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,93 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.209,02 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 204,60 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 170,25 / cx
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Aftosa

Fim da vacinação?

Governo afirma que o Mato Grosso do Sul está preparado, mas representantes do setor produtivo não acreditam em “risco zero”.

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Fim da vacinação?

O Paraná fez um pedido ao Ministério da Agricultura para tornar-se área livre da febre aftosa sem vacinação e aguarda o resultado, possivelmente, para o segundo semestre deste ano. A grande dúvida do setor produtivo é se haverá segurança caso ocorra um novo foco da doença. A Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento (Seab) informou que o Estado está tecnicamente preparado para atender casos suspeitos ou confirmados, no menor tempo possível. Por outro lado, representantes dos produtores acreditam que não existe risco zero e que a vigilância deve ser constante. A recuperação econômica não é tão automática assim. Santa Catarina que recebeu o reconhecimento internacional de área sem vacinação desde 2007, ainda não conseguiu voltar aos mesmos volumes de exportação anteriores a 2005, quando surgiram os focos da doença no Mato Grosso do Sul.

Depois que o Paraná conseguir o reconhecimento nacional ainda precisará esperar um ano para fazer a solicitação para a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). O chefe da divisão de sanidade animal da Seab, Marco Antonio Teixeira Pinto, disse que o País está vivendo uma situação favorável porque não há circulação viral no Brasil. E ainda os Estados que têm influência para o Paraná como São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul são área livre com vacinação.

No Mato Grosso do Sul e no Paraguai há uma zona de alta vigilância que estende-se 15 quilômetros depois das fronteiras. Na outra entrada para o Brasil há o lago de Itaipu que, de certa forma, faz uma barreira natural. Outra medida que será adotada para aumentar a segurança é a proibição do trânsito de animais vivos no Estado que inclui bovinos e bubalinos, permitindo apenas suínos, ovinos e caprinos.

Hoje há 31 postos de fiscalização em fronteiras e divisas do Estado que devem ser amplicados em mais dois. Atualmente, há 132 unidades locais de sanidade animal e vegetal. São 122 médicos veterinários que vão cuidar só de trânsito animal e o quadro será ampliado em mais 43 profissionais. Além disso, serão mais 110 auxiliares administrativos para a área de defesa animal. O Estado ainda conta com postos de fiscalização inclusive com fiscais volantes.

Teixeira Pinto explica que, mesmo com o fim da vacinação, os produtores terão que declarar o número de animais a cada semestre. “O Paraná está seguro, mas o importante é o criador cuidar do próprio patrimônio”, disse.

Lição de casa

“Não existe risco zero. O que há é uma estrutura pronta para proteger o Paraná e resolver qualquer problema caso ocorra. A lição de casa foi feita. Agora, estamos indo para a prova”, disse o médico veterinário do departamento técnico-econômico da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Fabricio Monteiro.

Ele lembrou que o Estado conta ainda com o Fundo de Desenvolvimento da Pecuária do Paraná (Fundepec) que já foi usado em 2005 quando ocorreram os focos no Estado. Hoje, há cerca de R$ 20 milhões em caixa para ser utilizado em caso de qualquer emergência. “Temos estrutura e produtores comprometidos com 98% de índice de vacinação e um fundo indenizatório”, destacou.

O superintendente adjunto da Ocepar, Nelson Costa, acredita que o Estado não terá problemas ao retirar a vacinação. Ele lembrou que há uma barreira boa na fronteira com Santa Catarina, no Leste existe o Rio Paraná e no Norte e Noroeste São Paulo e Mato Grosso do Sul também são área livre com vacinação e, segundo ele, há um trabalho integrado entre os Estados. “Estamos seguros em relação às fronteiras”, disse.

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