Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
Destaque Todas Páginas
Saúde Animal

A proibição do uso de antibióticos promotores de crescimento

Medida visa melhorar a qualidade da alimentação animal e diminuir a infecção por consumo de alimentos contaminados

Compartilhar essa notícia
A proibição do uso de antibióticos promotores de crescimento

A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), ligada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), publicou, em dezembro, a proibição do uso de antibióticos promotores de crescimento animal. “O uso dos antimicrobianos tilosina, lincomicina, virginiamicina, bacitracina e tiamulina com a finalidade de aditivos melhoradores de desempenho em animais produtores de alimentos será proibido”, diz a determinação que consta na Portaria nº 171.

De acordo com o Mapa, a proibição dessa substância na alimentação animal é baseada nas recomendações de órgãos internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), devido à possível influência na saúde humana. Segundo dados da Organização de 2018, apenas nas Américas, cerca de 77 milhões de pessoas, por ano, adoecem depois de consumir alimentos contaminados. Destas, nove mil morrem, incluindo duas mil crianças. No Brasil, de 2007 a junho de 2016, 90,5% dos casos de doenças transmitidas por alimentos foram provocados por bactérias, sendo que os sorotipos mais encontrados foram a Salmonella spp (7,5%), seguida por Escherichia coli (7,2%) e Staphylococcus aureus (5,8%).

Pensando nisso, o mercado está se adaptando para controlar as bactérias patogênicas e contribuir para o crescimento saudável dos animais. É o caso daICC Brazil, empresa brasileira especialista em aditivos à base de levedura que, ao prezar pela qualidade de vida dos animais e também da carne que será consumida, possui uma gama de produtos que substituem os promotores de crescimento e agem de maneira natural no organismo de aves e suínos, entre eles o ImmunoWall®.

O ImmunoWall® é uma solução natural que ajuda na redução da contaminação e prevenção de problemas provocados por patógenos. Fundamentada neste conceito, o ImmunoWall® se sobressai aos demais produtos por ser composto por uma densa parede celular de levedura, Saccharomyces cerevisiae, com altas concentrações de β-Glucanas e MOS, resultando em um aditivo com garantia de  solução e ótimo custo/benefício.

O MOS é capaz de aglutinar bactérias patogênicas como E. coli e Salmonella, impedindo a colonização e a proliferação destas populações no intestino. As β-Glucanas agem estimulando a produção e a atividade dos macrófagos, que são células de defesa de importante papel no sistema imunológico, capazes de fagocitar e destruir os microrganismos.

Assim, a dieta suplementada com ImmunoWall® assegura que os animais mantenham o equilíbrio da microbiota intestinal e melhorem as respostas do sistema imune, resultando em diminuição da contaminação e da transmissão das bactérias patogênicas à outros órgãos do corpo.

Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343