Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 149,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 155,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.563,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.503,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Requisito fundamental

Jorgen Plomgaard, da PIC Dinamarca, falou sobre segurança alimentar.

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Requisito fundamentalRedação SI 25/08/2006 – O médico veterinário e diretor da PIC Dinamarca, Jorgen Plomgaard, abriu o terceiro dia e último de palestras do 7o. Seminário Internacional de Suinocultura esta manhã (25/08), na Costa do Sauípe (BA).

Plomgaard falou sobre a importância da segurança alimentar na cadeia de valor da carne suína. Segundo ele, o conceito de segurança alimentar é hoje um pré-requisito fundamental para qualquer empresa produtora de alimentos. Os consumidores, sobretudo os dos países desenvolvidos, afirma Plomgaard, têm a segurança alimentar como uma condição inerente ao processo produtivo de alimentos. E isso obviamente inclui a suinocultura, afirma o especialista.

Tamanha preocupação, explica Plomgaard, é conseqüência da ocorrência de uma série de problemas relacionados a produtos de origem animal, verificada ao redor do mundo nas últimas décadas, principalmente os casos de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) ou doença da vaca louca. “Esses problemas minaram a confiança dos consumidores na capacidade da industria alimentícia em assegurar a inocuidade dos alimentos que produz”.

Segundo Plomgaard, embora a indústria venha aperfeiçoando seus sistemas e mecanismos de controle da qualidade final do produto, as infecções causadas por alimentos ainda é grande em vários países da Europa e nos EUA.

De acordo com uma pesquisa realizada em 2000 e apresentada por Plomgaard durante sua palestra, foram registradas nos EUA no ano de 1999, 76 milhões de casos de doenças causadas por alimentos, 325 mil hospitalizações e cinco mil mortes. Já na Europa, no mesmo ano, foram registrados 166 mil casos de Salmonella causados por alimentos contaminados e 127 mil contaminações por Campylobacter.

Requisito fundamental e cada vez mais importante, argumenta Plomgaard, a segurança alimentar tem impacto financeiro direto no setor produtor de alimentos, entre eles o de suinocultura. “Se o consumidor não confia na segurança e inocuidade do produto evidentemente não vai comprá-lo”, diz. “Portanto, é de sua importância que nosso setor, em todas as etapas de produção, trabalhe firmemente para assegurar a segurança e a inocuidade do produto”.

Salmonelose – A incidência de infecções alimentares causadas por produtos suínicolas, na maioria das vezes, explica Plomgaard, está ligado a casos de Salmonella.

A prevalência da Salmonella em carcaças suínas ainda é considerada alta em vários países da Europa e da América do Norte. O Reino Unido, por exemplo, tem 5% das carcaças suínas apresentam contaminação (no rebanho os casos positivos variam de 8% a 16%). Na Holanda 7% das carcaças suínas apresentam contaminação (no rebanho os casos positivos atingem 34%).

Já os EUA apresentam uma taxa de contaminação de carcaças suínas que varia entre 32% e 57% e nos rebanho os casos positivos variam entre 4% e 18%. No Canadá, o índice de carcaças suínas contaminadas varia entre 1% e 13% e seus rebanhos apresentam 26% de casos positivos para a doença. “Esses números chamam a atenção para esse tipo de doença e evidenciam a necessidade de se implantar programas preventivos eficientes”.

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