Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,20 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,05 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,98 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,64 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,79 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,78 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,81 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.249,19 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.089,90 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,84 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,95 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 200,57 / cx
Insumos

Soja tem dia de pouca movimentação

Com a boa alta do dólar de mais de 1% e mais as cotações atrativas de Chicago – que somam 50 pontos de alta desde a última quinta-feira (17/11), o ritmo foi melhor e bons negócios foram concluídos em quase todas as regiões produtoras.

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“E o mercado ainda tem fôlego para pagar mais amanhã, cerca de R$ 1,00 acima dos preços de hoje, com Chicago voltando do feriado trazendo boas notícias para encarar o final de semana”, explica o consultor Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting. Com esses níveis nos portos, ainda segundo o consultor, os preços no interior do Brasil – nas principais regiões produtoras – supera os R$ 70,00 e remunera o produtor neste momento.

Ontem, com a boa alta do dólar de mais de 1% e mais as cotações atrativas de Chicago – que somam 50 pontos de alta desde a última quinta-feira (17/11), o ritmo foi melhor e bons negócios foram concluídos em quase todas as regiões produtoras. No Rio Grande do Sul, por exemplo, onde a comercialização está um pouco mais atrasada, os sojicultores aproveitaram o momento e travaram parte de sua produção.

Para o consultor Ênio Fernandes, da Terra Agronegócios, essa parcimônia dos produtores brasileiros neste momento é uma estratégia acertada, com o foco mantido em aproveitar as novas e ainda melhores oportunidades que podem surgir mais adiante. E, para o sojicultor que quiser se manter competitivo, “terá de buscar informação 24 horas por dia”, diz em entrevista ao Notícias Agrícolas.

Na sequência, Fernandes orienta ainda atenção redobrada sobre o câmbio e os impactos que o cenário político doméstico exerceram sobre o andamento da moeda norte-americana frente à brasileira, o qual deverá ser bastante volátil nas próximas semanas. “O principal item do investidor é segurança”.

Para Brandalizze, o dólar acomodado no patamar dos R$ 3,40, por exemplo, já seria suficiente para que o produtor brasileiro faça preços ainda melhores do que os registrados no ano passado. E, segundo especialistas, a tendência atual para o câmbio é de alta frente as incertezas sobre a aprovação de medidas, no Brasil, para a estabilização da economia, por exemplo.

Comercialização x Clima

Mesmo com um cenário mais favorável para a comercialização que parece começar a se estabelecer para a soja do Brasil, o produtor também limita seu ritmo de vendas diante das incertezas sobre o clima para esta safra, principalmente após as perdas ocasionadas pelo El Niño na temporada 2015/16. Muitos sojicultores sofreram prejuízos severos no ano passado e já tinham travado boa parte de sua safra, o que os impediu de cumprir alguns contratos.

“É uma postura lógica do produtor, que recua diante da possibilidade de que a produção se perca. Por outro lado, como ele também já esperou bastante tempo, agora, diante de um fato que pode culminar em uma perda e levar a uma elevação dos preços, o produtor observa para ver o que vai acontecer”, explica Camilo Motter, economista e analista de mercado da Granoeste Corretora de Cereais.

Segundo Motter, há avaliações que indicam que haja cerca de 30% a 35% da área brasileira da soja – com estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, partes do Mato Grosso do Sul e São Paulo, sob risco climático nessa safra, área que estaria no foco do La Niña. “Esse é um ano em que o produtor plantou um volume maior de ciclo precoce, tivemos um clima bastante frio nos últimos dias para essa época do ano e isso também dá uma segurada no desenvolvimento. Então, ciclo precoce, clima frio e agora quente e seco, precisamos ver se haverá danos”, diz.

Perspectivas para Chicago

Os negócios na Bolsa de Chicago serão retomados nesta sexta-feira, 25 de novembro, porém, com meio pregão apenas, já que é volta de um dos feriados mais tradicionais do país. E para Ênio Fernades, a tendência de preços para o mercado internacional agora é de alta dadas as últimas informações.

A demanda é muito intensa e os futuros do complexo soja, principalmente no óleo, têm trazido uma força bastante sustentada para o avanço dos preços e ainda deverá seguir no foco dos traders. Além das vendas norte-americanas muito fortes e maiores do que as da temporada anterior, há também uma busca maior pelo óleo de soja agora que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA divulgou uma elevação na cota dos biocombustíveis no processo energético do país. Haverá, portanto, mais óleo de soja no diesel e mais etanol de milho na gasolina e, portanto, um uso maior de ambos os grãos para a produção desses biocombustíveis.

Como explica Vlamir Brandalizze, o mercado poderá acompanhar um aumento de cerca de 8 a 10 milhões de toneladas de soja esmagadas a mais nos Estados Unidos. “Essa sim é uma demanda a mais, que não estava sendo esperada”. Na última quarta (23/11), os futuros do óleo de soja, após essa notícia, subiram mais de 6%, puxaram o grão e o mercado espera agora para entender quais serão os próximos impactos na formação das cotações.

“E o mercado ainda tem fôlego para pagar mais amanhã, cerca de R$ 1,00 acima dos preços de hoje, com Chicago voltando do feriado trazendo boas notícias para encarar o final de semana”, explica o consultor Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting. Com esses níveis nos portos, ainda segundo o consultor, os preços no interior do Brasil – nas principais regiões produtoras – supera os R$ 70,00 e remunera o produtor neste momento.

Ontem, com a boa alta do dólar de mais de 1% e mais as cotações atrativas de Chicago – que somam 50 pontos de alta desde a última quinta-feira (17/11), o ritmo foi melhor e bons negócios foram concluídos em quase todas as regiões produtoras. No Rio Grande do Sul, por exemplo, onde a comercialização está um pouco mais atrasada, os sojicultores aproveitaram o momento e travaram parte de sua produção.

Para o consultor Ênio Fernandes, da Terra Agronegócios, essa parcimônia dos produtores brasileiros neste momento é uma estratégia acertada, com o foco mantido em aproveitar as novas e ainda melhores oportunidades que podem surgir mais adiante. E, para o sojicultor que quiser se manter competitivo, “terá de buscar informação 24 horas por dia”, diz em entrevista ao Notícias Agrícolas.

Na sequência, Fernandes orienta ainda atenção redobrada sobre o câmbio e os impactos que o cenário político doméstico exerceram sobre o andamento da moeda norte-americana frente à brasileira, o qual deverá ser bastante volátil nas próximas semanas. “O principal item do investidor é segurança”.

Para Brandalizze, o dólar acomodado no patamar dos R$ 3,40, por exemplo, já seria suficiente para que o produtor brasileiro faça preços ainda melhores do que os registrados no ano passado. E, segundo especialistas, a tendência atual para o câmbio é de alta frente as incertezas sobre a aprovação de medidas, no Brasil, para a estabilização da economia, por exemplo.

Comercialização x Clima

Mesmo com um cenário mais favorável para a comercialização que parece começar a se estabelecer para a soja do Brasil, o produtor também limita seu ritmo de vendas diante das incertezas sobre o clima para esta safra, principalmente após as perdas ocasionadas pelo El Niño na temporada 2015/16. Muitos sojicultores sofreram prejuízos severos no ano passado e já tinham travado boa parte de sua safra, o que os impediu de cumprir alguns contratos.

“É uma postura lógica do produtor, que recua diante da possibilidade de que a produção se perca. Por outro lado, como ele também já esperou bastante tempo, agora, diante de um fato que pode culminar em uma perda e levar a uma elevação dos preços, o produtor observa para ver o que vai acontecer”, explica Camilo Motter, economista e analista de mercado da Granoeste Corretora de Cereais.

Segundo Motter, há avaliações que indicam que haja cerca de 30% a 35% da área brasileira da soja – com estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, partes do Mato Grosso do Sul e São Paulo, sob risco climático nessa safra, área que estaria no foco do La Niña. “Esse é um ano em que o produtor plantou um volume maior de ciclo precoce, tivemos um clima bastante frio nos últimos dias para essa época do ano e isso também dá uma segurada no desenvolvimento. Então, ciclo precoce, clima frio e agora quente e seco, precisamos ver se haverá danos”, diz.

Perspectivas para Chicago

Os negócios na Bolsa de Chicago serão retomados nesta sexta-feira, 25 de novembro, porém, com meio pregão apenas, já que é volta de um dos feriados mais tradicionais do país. E para Ênio Fernades, a tendência de preços para o mercado internacional agora é de alta dadas as últimas informações.

A demanda é muito intensa e os futuros do complexo soja, principalmente no óleo, têm trazido uma força bastante sustentada para o avanço dos preços e ainda deverá seguir no foco dos traders. Além das vendas norte-americanas muito fortes e maiores do que as da temporada anterior, há também uma busca maior pelo óleo de soja agora que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA divulgou uma elevação na cota dos biocombustíveis no processo energético do país. Haverá, portanto, mais óleo de soja no diesel e mais etanol de milho na gasolina e, portanto, um uso maior de ambos os grãos para a produção desses biocombustíveis.

Como explica Vlamir Brandalizze, o mercado poderá acompanhar um aumento de cerca de 8 a 10 milhões de toneladas de soja esmagadas a mais nos Estados Unidos. “Essa sim é uma demanda a mais, que não estava sendo esperada”. Na última quarta (23/11), os futuros do óleo de soja, após essa notícia, subiram mais de 6%, puxaram o grão e o mercado espera agora para entender quais serão os próximos impactos na formação das cotações.

 

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