Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,32 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,54 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,10 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,04 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,07 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,38 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 197,27 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.289,02 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,38 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 175,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 177,24 / cx
Conteúdo Técnico

Cereais de inverno, suínos e aves: uma década em busca de sinergia

O que se iniciou como uma proposta de pesquisa logo viu mais atores se engajarem na discussão sobre o tema (associações, produtores, indústrias e órgãos públicos).

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Cereais de inverno, suínos e aves: uma década em busca de sinergia

Já faz uma década que a Embrapa Suínos e Aves propôs a abertura de um debate sobre como os cereais de inverno poderiam ampliar a oferta de grãos utilizados na produção de rações para a suinocultura e a avicultura,especialmente no Sul do Brasil, região que concentra as duas atividades (Bertol et al., 2016, Suinocultura Industrial, edição 270; Santos Filho et al., 2016).

O que se iniciou como uma proposta de pesquisa logo viu mais atores se engajarem na discussão sobre o tema (associações, produtores, indústrias e órgãos públicos).

Também tomou parte na construção de políticas públicas (incentivos ao plantio de cereais de inverno), promoveu a definição de alvos de inovação (variedades de grãos voltadas às rações animais) e, no sentido mais amplo e recente, face aos desafios de substituição dos combustíveis fósseis, observou-se o surgimento de um novo e potencial mercado para os cereais de inverno (como as indústrias de produção de etanol no sul do Brasil). 

Inequivocamente, o debate despertado na década passada ocorreu porque as análises e projeções na dinâmica da indústria da carne de aves e suínos indicavam para um crescente déficit de milho em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. No âmbito interno da Embrapa Suínos e Aves, a partir de 2014, reuniões internas passaram a ser realizadas para a caracterização e dimensionamento do problema, com análises conjunturais de produção e consumo de milho, e de logística e elaboração de estratégias (Santos Filho et al., 2018).

As análises e projeções dos cenários resultaram em uma mobilização técnico-científica que foi externada reiteradas vezes em vários eventos direcionados à produção animal (Santos Filho et al., 2016). A partir de 2016 foram realizadas reuniões técnicas e workshops com representantes do setor produtivo e do setor público de SC e RS.

O maior alerta para a situação crítica na disponibilidade de milho veio com a seca em 2016 e também nos anos subsequentes, pois, na Região Sul, as safras de milho entre 2018 e 2022 nunca alcançaram a produção contabilizada em 2017. 

Este artigo se propõe a refletir sobre consequências dessa mobilização ao discorrer sobre três pontos: 1) novas informações sobre o valor nutricional e variabilidades dos cereais de inverno; 2) comparações apuradas entre o milho e cereais de inverno na formulação de rações para suínos; e 3) análises sobre quais gargalos ainda limitam o uso dos cereais de inverno na suinocultura e na avicultura.

Leia o artigo completo na edição 312 da Suinocultura Industrial

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  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
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