Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Economia

Redução da Taxa Selic deve diminuir taxas do crédito rural com juros livres

Decisão do Banco Central terá efeito imediato sobre o custo dos empréstimos para produtores rurais, avaliam economistas

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Redução da Taxa Selic deve diminuir taxas do crédito rural com juros livres

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom/BC) determinou nesta quarta-feira (2/8) a redução da taxa Selic, de 13,75% para 13,25% ao ano, o que pode resultar em uma diminuição do custo do crédito rural para os produtores. Especialmente nos financiamentos a juros livres, que são negociados diretamente entre as instituições financeiras e seus clientes, de acordo com economistas consultados pelo Globo Rural.

O economista da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Antonio da Luz, explica que no crédito livre, o efeito da redução da Selic é imediato. Ele ressalta que a Selic é a referência para a taxa DI (Depósito Interbancário), que por sua vez influencia o custo que as instituições financeiras têm para captar dinheiro e também o que cobram nos empréstimos. Caso o spread (diferença entre o que é pago e o que é cobrado do cliente) permaneça constante, o custo de capital diminui.

“A redução da taxa de juros altera essa relação entre os juros de captação e os juros do empréstimo. No momento em que a referência cai, no caso o DI, o banco tende a pagar menos, mas também tende a cobrar menos”, explica o economista.

Já nos financiamentos controlados, com taxas equalizadas pelo Tesouro Nacional, a situação não muda nem para o produtor rural nem para a instituição financeira que opera crédito rural. Antonio da Luz explica que as condições já estão dadas pelo governo, nas taxas a serem aplicadas nas diversas linhas e nos volumes de financiamento a serem subvencionados às instituições financeiras.

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