Boletim Suíno: realinhamento de preços e tendências de exportação

Na bolsa de suínos realizada hoje, dia 27 de junho de 2024, em São Paulo, registrou-se um novo realinhamento nos preços, alcançando R$ 140,00, o que equivale a R$ 7,47 por quilo vivo. Este ajuste reflete a forte demanda pelo suíno vivo, embora haja uma intensa competição entre frigoríficos no mercado abatido, influenciando tanto o atacado quanto o varejo, conforme observado pela lei da oferta e demanda, uma máxima reconhecida internacionalmente pela ONU.
Atualmente, a oferta de animais vivos encontra-se reduzida, enquanto as exportações estão em ascensão, especialmente para destinos como as Filipinas. Os preços no mercado externo já superam os praticados internamente no Brasil, indicando uma tendência de elevação dos preços nominais no Sul do país, particularmente nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, posicionando-os acima do mercado da região Sudeste, conforme informações da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS).
Leia também no Agrimídia:
- •Sem luz na infância, hoje à frente de um império de R$ 2,4 bilhões: a mulher que comanda gigante da carne suína em Santa Catarina
- •Peste Suína Africana avança na Catalunha e acende alerta sanitário em Barcelona
- •Agronegócio e comércio bilateral marcam Fórum Empresarial Brasil–Bolívia em São Paulo
- •APCS completa 59 anos fortalecendo a suinocultura paulista e ampliando mercados para a carne suína brasileira
Este cenário revela uma dinâmica favorável para o mercado de suínos, impulsionada pela demanda externa robusta e pela escassez relativa de oferta, destacando a importância das exportações como um vetor crucial para os preços e o equilíbrio do mercado nacional.





















