Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Sustentabilidade

Verdi e Siscobras serão únicas empresas brasileiras a construir presídios sustentáveis no país

Brasil passará a contar com tecnologia sustentável inédita na construção de presídios

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Verdi e Siscobras serão únicas empresas brasileiras a construir presídios sustentáveis no país

Um marco no conceito de construção sustentável: este é o projeto “MEACS Brasil”, assinado pela Verdi e Siscobras, empresas brasileiras do setor de engenharia, e pelo IAB – Instituto Alemão de Pesquisa Aplicada à Construção. A partir do intercâmbio entre os países, o Brasil passará a contar com uma tecnologia sustentável inédita na construção de presídios – e também de outras estruturas: o sistema fotovoltaico translúcido. O anúncio foi feito no Brasil, em Porto Alegre/RS, pelos diretores da Verdi, engenheiros Carlos Deboni e Henrique Deboni, e pela arquiteta Carla Deboni, nesta terça-feira, 23 de julho.

Presídios com telhados transparentes e uso de energia solar são os principais diferenciais que o projeto propõe, por meio da passagem de 25% de luz solar e geração de 75% de energia. As chapas translúcidas são altamente resistentes, seja a ações de vandalismo ou granizo, por exemplo. Além de aliar alta tecnologia e sustentabilidade, a novidade está ligada ao benefício social de ter apenados em ambientes iluminados naturalmente, com ganhos em saúde física e mental. Ainda, os módulos construtivos saem com 75% de conclusão da fábrica, restando poucos processos para realização no local da obra.

“Concluímos hoje um intenso estudo e avançamos muito em nossa jornada de inovação, empregando tecnologia de ponta, com vocação ambiental e social. A qualidade de vida e a engenharia com foco nas pessoas sempre foram nossas bandeiras. Trabalhar incansavelmente para ter este projeto diante dos nossos olhos sempre foi nossa obstinação. Depois de mais de 100 presídios e mais de 40 obras de segurança pública, vamos iniciar outras 100 obras, desta vez totalmente sustentáveis”, declarou Deboni.

Com previsão de quatro anos para o retorno do investimento, as energias renováveis são responsáveis pela luz em 100% da demanda própria e ainda geram excedente, que pode ser redirecionado para companhias externas, tornando-se fonte de renda para os presídios. Além dos módulos prisionais, o sistema construtivo se aplica também na elaboração de escolas, hospitais e quaisquer outras estruturas em lugares com baixo nível de infraestrutura pública.

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