Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Parceria Tecnológica

Projeto brasileiro de pivô movido a energia solar transforma agricultura no Sudão

Por meio da cooperação de especialistas brasileiros e sudaneses, projeto inovador resultou em uma solução sustentável e eficiente para o cultivo em condições adversas no deserto africano

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Projeto brasileiro de pivô movido a energia solar transforma agricultura no Sudão

O Sudão é o terceiro maior país do continente africano. Banhado pelo rio Nilo, o país tem a agricultura como sua principal atividade econômica – 80% da força de trabalho sudanesa atua no setor, que responde por cerca de 40% do PIB nacional.
Apesar do domínio do setor, o Sudão enfrenta obstáculos que dificultam a expansão da agricultura – especialmente o clima seco e quente do deserto, nas regiões central e norte do país, longe das margens do rio.

Como resultado, a maioria das culturas prospera na região sul, onde o clima tropical de florestas e savanas permite o cultivo de produtos como o algodão – o principal bem de exportação do país.

Como, então, superar esses problemas e promover o crescimento da agricultura em outras partes do território? A Valley Irrigação, empresa de Valmont, apresentou a solução – a instalação de uma usina fotovoltaica para alimentar o pivô central, fazendo uso da energia solar e eliminando a necessidade de conexão com a rede elétrica.

Através do trabalho da equipe da Valmont Solar Solutions, o projeto resultou no primeiro pivô Valley fora do Brasil que trabalha 100% através de energia solar – instalado no meio do deserto.

“A ideia deste projeto pioneiro é viabilizar a produção agrícola em locais onde isso foi considerado impossível. Com a ajuda da equipe da Valmont Solar Solutions, essa ideia pode ser uma realidade”, afirma o gerente geral, Fábio Yanagui.
A Valley Irrigation, líder em agricultura de precisão, através da recém-formada equipe Valmont Solar Solutions, está se diferenciando mais uma vez, oferecendo uma solução que não requer baterias como fonte secundária de energia.

A luz solar é capturada e transformada imediatamente em energia elétrica, que, por sua vez, é usada para manter o pivô e a bomba funcionando.

“Se não fosse o pivô, não seria possível produzir naquele lugar, já que é uma área deserta e sem conexão com a rede elétrica”, diz Yanagui, mencionando o projeto off-grid, ou seja, que funciona exclusivamente sem recorrer à rede elétrica.
O projeto tecnológico foi viabilizado pela Valley Irrigação e exigiu, sobretudo, cooperação internacional. Criado e desenvolvido pelo setor de P&D da companhia no Brasil, o pivô foi instalado pela equipe sudanesa, sob a supervisão de engenheiros de Dubai.

“O know-how da equipe da Valley no Brasil foi essencial para o desenvolvimento desse projeto”, diz Fábio Mucin, diretor de operações da Valmont Solar Solutions. “O projeto de engenharia técnica foi criado no Brasil e depois executado brilhantemente pela equipe de engenharia no Sudão”, disse Fábio.

A grande importância do projeto é que ele pode abrir precedentes para uma revolução agrícola de precisão no país africano, abrindo portas para o desenvolvimento de outras soluções sustentáveis em outras regiões isoladas, ampliando o acesso a benefícios como a irrigação.

“Estamos expandindo os horizontes do que significa ter um pivô de irrigação. Não é apenas uma ferramenta para irrigar – essa nova solução está transformando o deserto em uma área arável e próspera para contribuir para a expansão da produção agrícola em regiões remotas e isoladas”, conclui Fábio Mucin.

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