Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Biofort

Convênio Embrapa-Monsanto coloca mais de R$ 1 milhão no projeto Biofort

Monsanto financia pesquisas de inovações biotecnológicas da Embrapa há 10 anos.

Na carteira de projetos de pesquisa da Embrapa, existe um espaço dedicado a projetos inovadores de biotecnologia cujo financiamento difere da maioria dos outros projetos: os recursos vêm de um fundo especial de pesquisa, criado a partir do contrato assinado há dez anos com a Monsanto e fruto da comercialização das cultivares transgênicas de soja. Parte dos royalties pagos pelos produtores sustenta esse fundo desde 2007. O Projeto BioFort, liderado pela Embrapa Agroindústria de Alimentos (Rio de Janeiro-RJ), é um dos contemplados do último edital competitivo e recebeu mais de R$ 1 milhão que deverão ser gastos até 2010.

Hoje, o Fundo de Pesquisa Embrapa/Monsanto tem quinze projetos de pesquisa em andamento na Embrapa. Todos com componentes inovadores que poderão fazer a diferença num futuro próximo. O melhoramento genético convencional (cruzamento de plantas da mesma espécie) para obter-se produtos agrícolas mais nutritivos, como variedades de feijão com maiores teores ferro e zinco, mandiocas e batatas-doces com maior presença de betacaroteno (pró-vitamina A), é um dos exemplos de projetos inovadores mantido pelo Fundo.

O BioFort está ligado a dois grandes programas internacionais de biofortificação de alimentos, Harvest Plus e AgroSalud, que propõem estratégias de combate à deficiência nutricional de ferro, zinco e betacaroteno (pró-vitamina A) na América Latina, África e Ásia.

O BioFort reúne oito unidades da Embrapa (Agroindústria de Alimentos, Arroz e Feijão, Mandioca e Fruticultura Tropical, Milho e Sorgo, Hortaliças, Meio-Norte, Tabuleiros Costeiros e Trigo), mais a Unicamp, Unesp e Universidade de Adelaide (Austrália) e todos interagem com uma rede de centros de pesquisa no exterior.

“Pela primeira vez em quatro anos, o programa para biofortificação de alimentos tem recursos nacionais para custeio e investimento que cobrirão as despesas de uma rede de mais de 150 pesquisadores e técnicos em todo o País durante três anos”, salientou a pesquisadora da Embrapa Agroindústria de Alimentos, Marília Nutti, coordenadora do BioFort e dos programas HarvestPlus e AgroSalud no Brasil.

Os recursos complementarão atividades que antes não eram cobertas pelo HarvestPlus e o AgroSalud como: o desenvolvimento de embalagens que conservem os micronutrientes dos produtos biofortificados; ações de transferência de tecnologia no Vale do Jequitinhonha (MG) e comunicação.

* Com informações da Assessoria de Imprensa da Embrapa Agroindústria de Alimentos

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