Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,63 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,57 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,94 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,70 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,78 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,93 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.209,02 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.091,60 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 204,60 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 170,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 173,48 / cx
Meio Ambiente

USP e Embrapa calculam custo do manejo de dejetos e da água na suinocultura

Suínos em crescimento e terminação foram submetidos a cinco dietas que continham estratégias nutricionais validadas.

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USP e Embrapa calculam custo do manejo de dejetos e da água na suinocultura

O impacto que o manejo nutricional dos suínos tem no custo do manejo ambiental da atividade foi tema da parceria entre a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP – Departamento de Nutrição e Produção Animal (VNP) e as unidades da Embrapa, Pecuária Sudeste e Suínos e Aves.
Suínos em crescimento e terminação foram submetidos a cinco dietas que continham estratégias nutricionais validadas (aminoácidos industriais, fitase e minerais orgânicos), sendo monitorados o consumo de água e a produção e as características dos dejetos. A partir dessas informações realizaram-se análises econômicas para vários tipos de manejos e tecnologias ambientais.
Em ação inédita o trabalho também propõe uma fórmula de cálculo para o pagamento pelo uso da água para atividades pecuárias, considerando boas práticas hídricas e ambientais que o produtor possa fazer. O pagamento é um dos instrumentos de gestão considerado pela Política Nacional de Recursos Hídricos. Estados como São Paulo e Minas Gerais estão mais adiantados nesse processo. As fórmulas utilizadas até o momento não consideram as particularidades das criações animais.
As principais conclusões do estudo são:

1- As diferentes estratégias nutricionais não apresentaram diferenças nas margens de comercialização, indicando a viabilidade econômica na utilização de tecnologias nutricionais menos impactantes ao ambiente;
2- As dietas com tecnologias nutricionais mais avançadas reduziram o consumo de água pelos animais com consequente redução no custo da água, considerando-se eventuais cenários de cobrança pelo recurso;
3- Os tratamentos com tecnologias nutricionais menos avançadas apresentaram maior valoração do dejeto como fertilizante;
4- Os tratamentos nutricionalmente mais eficientes apresentaram menores custos para construção de esterqueira e biodigestor, para em ambos os materiais, PVC e PEAD;
5- O transporte dos dejetos por caminhão tanque de 15 t apresentou menores custos do que o transporte por trator-tanque, sendo o custo do transporte impactado pelo tipo de deita. Dietas de maior eficiência têm menores custos de transporte;
6- Em todos os cenários avaliados foi possível a realização do projeto com payback (tempo necessário para recuperar o investimento) de um ano.

Posteriormente, as planilhas serão disponibilizadas aos interessados no site do Laboratório de Análises Socioeconômicas e Ciência Animal do VNP.
Manejar ambientalmente uma atividade insere uma visão sistêmica da unidade de produção, portanto as análises econômicas devem considerar essa visão na qual o efeito de um aspecto produtivo promove impactos positivos ou negativos em outro aspecto.

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    R$ 178,26
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