Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
Destaque Todas Páginas

Biossegurança

Alvo do descontentamento de ambientalistas desde o início do processo de liberação, em 2003, as importações brasileiras de milho transgênico argentino seguem a provocar celeuma.

Compartilhar essa notícia

Da Redação 08/08/2005 – Alvo do descontentamento de ambientalistas desde o início do processo de liberação, em 2003, as importações brasileiras de milho transgênico argentino seguem a provocar celeuma. Na semana passada, por exemplo, a possibilidade de o Brasil estar comprando do vizinho a variedade (ou evento) geneticamente modificada MON 863, desenvolvida pela americana Monsanto, acirrou novamente os ânimos.

A possibilidade veio à tona em comunicado divulgado na terça-feira pela Organização Não-Governamental (ONG) AS-PTA – Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa. No comunicado, a ONG pede a suspensão das importações da variedade e publica um parecer do Ministério da Defesa – que tem assento no Conselho Nacional de Biossegurança, criado pela nova Lei de Biossegurança – contrário ao produto.

Procurada pelo Valor, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) esclareceu que nunca realizou análises com o MON 863 e que a importação da variedade segue proibida. Nas liberações comerciais de transgênicos, o poder da CTNBio só é menor que o do conselho. Segundo Jairon do Nascimento, secretário-executivo da CTNBio, o órgão aprovou as importações de alguns eventos de milho transgênico hoje produzidos na Argentina (entre eles o RR, o Bt e o 6810) a pedido dos avicultores pernambucanos. Mas reiterou que não é o caso do MON 863.

Fontes ligadas à indústria de biotecnologia chegaram a duvidar que o MON 863 estava sendo produzido na Argentina, o que uma consulta à página da Secretaria de Agricultura daquele país na internet confirmou: a variedade foi aprovada em 2004. Gabriel Fernandes, da AS-PTA e coordenador da campanha “Por um Brasil Livre de Transgênicos”, admite que isso não quer dizer que o evento esteja vindo para o Brasil. Mas lembrou que o risco existe porque na Argentina não há segregação.

O MON 863 ganhou as manchetes por conta de estudos da própria Monsanto que mostraram que ele teria causado problemas em ratos. A empresa submeteu a pesquisa completa à avaliação da União Européia, e a conclusão foi que sua segurança é a mesma que a do convencional.

 

Assuntos Relacionados
insumosmilho
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329