Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Greve dos auditores fiscais pode parar o Porto de Itajaí

Só serão liberados, nos portos e aeroportos, cargas perecíveis, explosivas e inflamáveis, além de medicamentos.

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Redação (24/03/2008)- Os auditores fiscais da Receita Federal do Brasil entraram em greve por tempo indeterminado na manhã da última terça-feira. Os trabalhadores reivindicam 42% de reajuste salarial; a proposta de reajuste apresentada pelo governo é de 17%. O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco) não tem um balanço sobre a adesão à greve, mas garante que 30% do atendimento, estipulado por lei, está mantido. Só serão liberados, nos portos e aeroportos, cargas perecíveis, explosivas e inflamáveis, além de medicamentos.
Outra reivindicação da categoria é uma solução para as distorções entre os salários. De acordo com o Unafisco, a Receita Federal conta com 12 mil auditores fiscais em todo o País. A greve dos auditores fiscais poderá gerar uma grande crise no Porto de Itajaí. Já a partir desta semana, o terminal deverá sentir os efeitos da paralisação. Força motriz da economia, a importação e exportação de mercadorias é responsável por cerca de 60% da arrecadação e coloca o terminal itajaiense em segundo lugar na movimentação de cargas frigorificadas do Brasil.
Segundo o vice-presidente do Sindicato Nacional de Auditores da Receita Federal (Unafisco), Gelson Myskovsky, os trabalhadores deverão apenas averiguar alguns tipos de cargas e proceder de forma padrão dentro dos terminais portuários. "Vamos liberar cargas perigosas, perecíveis e tóxicas. O frango congelado, por exemplo, não é considerado perecível e ficará sem qualquer averiguação por parte dos nossos fiscais. A operação será padrão e, com certeza, vai atrasar a produção nos portos e aeroportos", concluiu.

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