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Financiamento não se recuperou e ainda afeta o comércio mundial. Escassez de crédito continua a ser um obstáculo à recuperação das exportações e importações.

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O financiamento ao comércio internacional teve modesta melhora, mas ainda não se normalizou e continua a ser um obstáculo à recuperação maior das exportações e importações.

Essa conclusão é de grandes bancos comerciais, associações de bancos e agências multilaterais, que se reuniram ontem (15/09) na Organização Mundial do Comércio (OMC). A entidade continua a prever contração de 10% nas trocas globais este ano, no rastro da mais dramática crise econômica das últimas décadas.

O Banco Mundial avalia que a falta de financiamento para o comércio contribuiu para 10% a 15% no declínio das trocas este ano. E diz que é necessária a plena reativação do mercado de crédito para revitalizar a economia mundial e sustentar as exportações e importações.

Mas certos bancos disseram também que há recursos para emprestar e que, no entanto, a demanda diminuiu fortemente, diante da contração dos negócios, e isso vai se manifestar nos resultados do ano.

Uma pesquisa apresentada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pela Associação de Bancos para Comércio e Finanças, dos EUA, mostrou que bancos globalmente diminuíram o valor dos três principais produtos – letras de crédito, seguros de crédito à exportação e financiamento de curto prazo – sobretudo para países industrializados e para a América Latina.

O preço de financiamento ao comércio continuou a subir, mas num ritmo menor. O valor dessas atividades caiu 11%, em média, para vários bancos no segundo trimestre, comparado ao mesmo período de 2008, mas registraram ligeiro aumento, de 4%, em relação ao trimestre anterior.

Alguns participantes reclamaram que o Acordo de Basileia 2, sobre exigências de capital próprio dos bancos, piorou a crise. Justamente quando é necessário mais recursos, os bancos têm que aumentar a prudência. Ou seja, amplifica as flutuações do ciclo de negócios, forçando os bancos a cortar empréstimos em períodos de recessão para cumprir as exigências de capital próprio.

Isso fez com que aumentasse a pressão por uma mudança para “um tratamento mais racional”, diante da natureza de financiamento de curto prazo para o comércio internacional e para evitar que a falta de crédito agrave os problemas no comércio.

Em abril, os líderes do G-20, grupo que reúne países com 75% da produção mundial, prometeram um pacote de US$ 250 bilhões nos próximos dois anos para apoiar o financiamento ao comércio por meio de créditos à exportação.

A reunião de ontem coincidiu com a divulgação de novas cifras pela OMC. Elas mostram que, em junho, as exportações de mercadorias aumentaram 8% em volume, mas caíram 33% em valor. No primeiro trimestre, houve alta em valor de 7,7%.

A China ampliou sua margem à frente da Alemanha como maior exportador mundial de mercadorias. O Brasil diminuiu as vendas externas em agosto, segundo os dados da entidade. (AM)

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