Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
Destaque Todas Páginas
H1N1

Sem fiscalização

Fiscalização de casos de gripe A (H1N1) na fronteira com a Argentina só acontece em dias úteis.

Compartilhar essa notícia

A fiscalização sanitária no posto de fronteira da cidade de São Borja (RS) com a Argentina acontece apenas em dias úteis. Mesmo diante dos casos de influenza A (H1N1), fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) inspecionam somente veículos de transporte coletivo como ônibus e vans.

O trabalho consiste apenas em receber um documento preenchido pelos próprios passageiros, a maioria argentinos, que trata da situação de saúde de cada um. Antes de entrar no Brasil, eles não são sequer atendidos individualmente – o motorista do veículo é quem entrega os documentos ao fiscal da Anvisa.

Antonela Rodriguez, estudante de 16 anos, entrou no País acompanhada de parentes de Santo Tomé, cidade argentina próxima ao município brasileiro de São Borja. Apesar de já ter visitado o Brasil diversas vezes, esta é a primeira vez que a família cruza a fronteira após o início da pandemia da gripe A. Ela diz que esperava encontrar algum tipo de fiscalização sanitária, mas que isso não aconteceu.

“A fiscalização é muito importante simplesmente porque nossa vida está em risco. Na Argentina, também não há controle [para a entrada de estrangeiros na fronteira]. O único controle que há é o que as famílias fazem em suas casas. Nas ruas, não há. O risco de trazer a doença para cá existe”, disse.

Rivero Valtez mora na mesma cidade de Antonela e cruzou a fronteira para ir a uma festa em São Borja. Ele afirmou estar surpreso pela falta de fiscais dando orientação em relação à doença. “Esperava encontrar algo”, disse. “Não nos deram nem álcool em gel”.

Ele classificou o cenário da nova gripe em seu país como “severo”, mas admitiu que, com a ausência de controle sanitário brasileiro, tem medo contrair o vírus durante a estadia por aqui.

Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343