Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Saúde Animal

Pará contra peste suína

Governo mantém controle sob focos de peste suína clássica em municípios paraenses.

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O diretor geral da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), Aliomar Arapiraca, declarou em entrevista para a Agência Pará que não há motivo para preocupação com a peste suína. “Todas as providências já foram tomadas para combater os focos de peste suína já foram tomadas. A doença não ataca o ser humano e não é transmitida a nenhum outro animal, a não ser suínos”, garantiu.

Focos de peste suína clássica foram detectados no último dia 16 de julho nos municípios de Chaves e Afuá, no Arquipélago do Marajó, localizados na divisa com o Estado do Amapá. Equipes de emergência, formadas por veterinários da Adepará, Agência de Defesa Agropecuária do Amapá e Superintendência Federal de Agricultura já estão nas áreas infectadas, fazendo o levantamento nas duas propriedades que apresentam suínos domésticos contaminados.

Os locais também serão desinfectados para evitar a propagação da doença. As equipes analisarão as áreas para determinar se há necessidade de sacrificar suínos em propriedades localizadas no raio de 3 quilômetros, e farão a investigação epidemiológica no raio de até 10 quilômetros das propriedades atingidas. Essa é a primeira vez que o Pará registra focos da peste suína clássica.

Sintomas – A doença, também conhecida como febre suína ou cólera dos porcos, é contagiosa e frequentemente fatal em suínos de até 4 meses. Infectados, os animais apresentam febre alta, manchas avermelhadas na pele, conjuntivite e diarréia, morrendo até 10 dias após o início dos sintomas.

As ações de controle e prevenção da doença contam com o apoio dos produtores rurais e da Polícia Militar. Proprietários de animais que estão sendo sacrificados serão indenizados pelas perdas no rebanho, com recursos do Fundo de Desenvolvimento da Pecuária do Estado do Pará (Fundepec).

Atualmente, o Pará tem cerca de 266 mil suínos, uma produção caracterizada ainda como de subsistência, conforme verificado em visitas técnicas, cadastramentos e levantamento de informações com os produtores rurais. No Arquipélago do Marajó o rebanho suíno é superior a 23 mil cabeças.

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