Governo chinês institui novos procedimentos de segurança alimentar para prevenir contaminações.
China adota nova lei de segurança alimentar
As autoridades chinesas adotaram uma nova lei de segurança alimentar. A lei entrou em vigor no dia 1° de junho e ajudará a evitar incidentes de contaminação, que tem manchado a reputação dos produtores do país.
A legislação reforça o monitoramento e exige uma fiscalização mais rigorosa. O governo também se comprometeu a punir severamente os infratores.
O Ministério da Saúde, que irá coordenar a implementação da lei, elaborou diversos regulamentos sobre as normas alimentares, o controle de riscos e a gestão de novos produtos.
Leia também no Agrimídia:
- •OMSA confirma Influenza Aviária em aves silvestres no Uruguai e reforça alerta sanitário na região
- •Alibem exporta carne suína para mais de 40 países e comercializa 160 mil toneladas por ano
- •Perfil do consumidor brasileiro muda em 2026 e exige novas estratégias do varejo
- •AVEC pede suspensão preventiva das importações de aves da China pela União Europeia
O Ministro da Saúde, Chen Zhu anunciou em uma audiência a denominação de dois peritos para supervisionar o sistema. Um Centro Nacional de Controle de Risco também será criado para aumentar a segurança dos procedimentos de avaliação e detecção de substâncias tóxicas possivelmente encontradas para determinar os riscos causados.
A nova legislação de segurança alimentar é uma resposta do governo à sequência de escândalos de contaminação alimentar ocorrida ao longo dos últimos anos. Incluindo, principalmente, o problema de contaminação de produtos lácteos, que causou a morte de pelo menos 300 mil pessoas.
* Com informações do Pig Progress





















