Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Programa de classificação de aves sai até novembro

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vai divulgar, em novembro, um programa com a classificação obtida pelos Estados brasileiros contendo regras definidas para o controle de doenças como a Influenza Aviária e a Newcastle, que permitirão o trânsito de aves.

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Redação (27/09/07) – Após a verificação da funcionalidade do serviço de defesa sanitária, os Estados receberão a classificação, que varia de acordo com a avaliação da melhor condição de enfrentar o risco das duas doenças.

Será uma espécie de circuito paralelo nos moldes daquele estabelecido para o trânsito de bovinos e que apresenta status sanitário específico para a febre aftosa. O Estado que apresentar melhor classificação poderá transitar com as aves para áreas limítrofes, incluindo países geograficamente próximos, como a Bolívia. Uma exceção será a norma impedindo que os animais vivos circulem entre Estados com circuitos diferenciados.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (26-09) pelo médico veterinário Marcelo de Andrade Mota, coordenador de fiscalização do Sistema de Vigilância Sanitária Animal do Ministério da Agricultura durante o XX Congresso Latinoamericano de Avicultura, que acontece até sexta-feira na sede da Fiergs, em Porto Alegre.

Entre as restrições analisadas para a classificação dos Estados estão a inclusão de critérios como a estrutura das empresas. No total, o Brasil conta com 1.621 estabelecimentos de produção avícola registrados no Ministério da Agricultura. "O número é uma garantia de que o País, por sua condição de sanidade, pode ascender em diferentes mercados", assegurou Mota. Para o técnico, o grande desafio do governo brasileiro é estruturar regras básicas para o controle sanitário. Para tanto, somente em 2006, a União investiu cerca de US$ 20 milhões no serviço sanitário animal. O valor inclui a definição do programa de classificação.

Até o momento, o Mapa auditou vários estados, como o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Mas existem estados que não solicitaram a auditoria, como Acre, Amazonas, Roraima e Amapá. A auditoria identificou que o Rio Grande do Sul apresenta uma bem montada estrutura de vigilância sanitária em aves. "Identificamos que o Rio Grande implementa em toda a sua cadeia produtiva ações de vigilância, e que já se organizou para atender as principais demandas nos quesitos sanitários", antecipou Mota. As informações são da assessoria de imprensa do evento.

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