Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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RS libera carne com osso de SC, RO e AC

O governo gaúcho decidiu ontem (dia 29 ) liberar o ingresso de carne com osso proveniente de Santa Catarina, Rondônia, Acre e dos municípios de Guajará e Boca do Acre, no Amazonas, regiões que assim como o Rio Grande do Sul são consideradas livres de aftosa com vacinação.

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Redação (30/03/07) – A decisão foi tomada pela Secretaria da Agricultura em reunião com representantes de pecuaristas, frigoríficos e supermercados do Estado. 

A entrada de carne com osso estava proibida desde fevereiro como prevenção diante dos focos de febre aftosa registrados na Bolívia, mas agora os pareceres técnicos da própria secretaria e da Delegacia Federal da Agricultura indicam que é possível "flexibilizar" as regras, explicou o secretário João Carlos Machado. A nova portaria será publicada nos próximos dias. 

Segundo Machado, a entrada de carne das regiões liberadas dependerá de autorização prévia da secretaria. O roteiro da carga será pré-determinado e os produtos deverão ser lacrados e passarão por inspeção estadual ou federal no destino. Em caso de descumprimento, o carregamento será destruído e o comprador poderá perder eventuais incentivos fiscais estaduais e o direito de fazer novas aquisições fora do Estado. 

A reabertura do mercado gaúcho para a carne de regiões com o mesmo status sanitário havia sido cobrada na semana passada pelo delegado federal da Agricultura no Rio Grande do Sul, Francisco Signor, porque o Estado era o único que aplicava normas "em desacordo" com as instruções do ministério. A medida também era aguardada com expectativa pelos frigoríficos, mas rejeitada pela Federação da Agricultura do Estado (Farsul). 

Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias de Carnes do Rio Grande do Sul (Sicadergs), Ronei Lauxen, o segmento vinha enfrentando falta de matéria-prima nos últimos meses devido à redução das pastagens nesta época do ano e ao aumento das exportações, inclusive de bois vivos. "Em fevereiro abatemos 25 mil cabeças a menos e em março, 20 mil". O volume normal chega a 160 mil animais. 

Conforme Lauxen, a situação elevou os preços da carne no Rio Grande do Sul a 25% acima da média nacional, mas agora os pecuaristas temem que a medida provoque uma queda exagerada das cotações. Da metade de 2006 para cá, os preços subiram de R$ 1,80 para R$ 2,20 o quilo do boi vivo, proporcionando rentabilidade para reinvestir na produção, afirmou o presidente da comissão de pecuária de corte da Farsul, Carlos Simm. 

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