Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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SC busca novo mercado para a carne suína

Aprovação como área livre de febre aftosa sem vacinação possibilitará negócios com os EUA, Japão e Canadá.

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Redação SI (26/02/07) – Após a aprovação do reconhecimento de Santa Catarina como área livre de febre aftosa sem vacinação, anunciada na última sexta-feira pela Comissão Técnica da Organização Internacional de Saúde Animal (OIE), o objetivo dos empresários ligados ao setor de carne suína é trabalhar para que mercados antes fechados, como o japonês, o europeu, o canadense e o dos Estados Unidos, comprem a carne do Estado.

Aautorização foi comunicada pelo presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Corte, Antenor Nogueira, ao presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo.

A decisão técnica será homologada na assembléia geral da OIE convocada para o dia 25 de maio, na capital francesa, onde se reúne anualmente aquele organismo internacional. Após o prejuízo que se estendeu por mais de um ano, em virtude da decisão da Rússia de embargar a carne catarinense depois que focos da doença foram registrados nos estados de Mato Grosso do Sul e Paraná, a notícia foi um alívio para os produtores.

Segundo o presidente da Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS) Wolmir de Souza, muito mais que o prejuízo econômico, que chegou a quase R$ 39 milhões no período, o segmento teve perdas sociais, já que muitos criadores deixaram a atividade e trabalhadores perderam o emprego.

Decisão fará com que a Rússia repense embargo

– Principalmente aqui no Oeste, onde uma quantidade grande de pequenos municípios vivem da suinocultura, houve perdas significativas. Desde o ano passado estamos trabalhando nesse reconhecimento, que só será realmente definitivo em maio.

Souza afirma que o reconhecimento, além de abrir mercados mais seguros, vai fazer com que a Rússia repense o embargo praticado à carne catarinense.

– Precisamos ter um poder político-econômico a partir de agora, para concorrer com os outros países que exportam a carne para esses mercados.

O presidente da Faesc José Zeferino Pedrozo, aponta que a carne suína de Santa Catarina já foi procurada por italianos e franceses, locais que exigem o reconhecimento de aftosa sem vacinação.

– Com a homologação, em maio, poderemos vender os terneiros machos, que hoje são sacrificados em virtude do pouco ganho que eles representam aos produtores.

 

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