Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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SC busca novo mercado para a carne suína

Aprovação como área livre de febre aftosa sem vacinação possibilitará negócios com os EUA, Japão e Canadá.

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Redação SI (26/02/07) – Após a aprovação do reconhecimento de Santa Catarina como área livre de febre aftosa sem vacinação, anunciada na última sexta-feira pela Comissão Técnica da Organização Internacional de Saúde Animal (OIE), o objetivo dos empresários ligados ao setor de carne suína é trabalhar para que mercados antes fechados, como o japonês, o europeu, o canadense e o dos Estados Unidos, comprem a carne do Estado.

Aautorização foi comunicada pelo presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Corte, Antenor Nogueira, ao presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo.

A decisão técnica será homologada na assembléia geral da OIE convocada para o dia 25 de maio, na capital francesa, onde se reúne anualmente aquele organismo internacional. Após o prejuízo que se estendeu por mais de um ano, em virtude da decisão da Rússia de embargar a carne catarinense depois que focos da doença foram registrados nos estados de Mato Grosso do Sul e Paraná, a notícia foi um alívio para os produtores.

Segundo o presidente da Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS) Wolmir de Souza, muito mais que o prejuízo econômico, que chegou a quase R$ 39 milhões no período, o segmento teve perdas sociais, já que muitos criadores deixaram a atividade e trabalhadores perderam o emprego.

Decisão fará com que a Rússia repense embargo

– Principalmente aqui no Oeste, onde uma quantidade grande de pequenos municípios vivem da suinocultura, houve perdas significativas. Desde o ano passado estamos trabalhando nesse reconhecimento, que só será realmente definitivo em maio.

Souza afirma que o reconhecimento, além de abrir mercados mais seguros, vai fazer com que a Rússia repense o embargo praticado à carne catarinense.

– Precisamos ter um poder político-econômico a partir de agora, para concorrer com os outros países que exportam a carne para esses mercados.

O presidente da Faesc José Zeferino Pedrozo, aponta que a carne suína de Santa Catarina já foi procurada por italianos e franceses, locais que exigem o reconhecimento de aftosa sem vacinação.

– Com a homologação, em maio, poderemos vender os terneiros machos, que hoje são sacrificados em virtude do pouco ganho que eles representam aos produtores.

 

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