Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 69,82 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 155,07 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,65 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,72 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.533,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.418,34 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
Destaque Todas Páginas

Acreditem: Ainda vai valer a pena

Em artigo, o presidente da ACCS, Wolmir de Souza, fala sobre as dificuldades vividas pela suinocultura catarinense em 2006 e de sua expectativa para este ano.

Compartilhar essa notícia

Redação SI (24/01/2007) Uma verdadeira tempestade caiu sobre a cabeça dos suinocultores, em especial, os catarinenses. Problemas que, quase todos têm sua origem no campo sanitário, todos fora do Estado, alguns do outro lado do mundo e em outra espécie de animal, como foi a gripe aviária, que fechou  e reduziu o mercado de frango exportado, sobrando grande volume no mercado interno, que vendido a preço baixou, competiu de forma desleal com a carne suína.

O embargo russo, ocorrido em função dos focos de aftosa registrados em outros estados e outras espécies de animais, fez com que se identificasse a pressão sobre o mercado argentino que hoje nos acusa de dumping, (prejudicar o produtor argentino com concorrência desleal), são alguns fatores que dificulta a argumentação quando o assunto é Status Sanitário Catarinense. Por inúmeras vezes fomos indagados: Será que vale a pena? De que adianta correr riscos? A vacinação protege nosso rebanho e teremos melhores mercados como o Rio Grande do Sul que vacina e exporta, mesmo tendo registrado foco há não muito tempo atrás? É aí que fica difícil de argumentar.

As ameaças do Estado do Paraná, pela rigidez nas fiscalizações e normas sanitárias, que por sua vez garantem a nossa estabilidade, nos preocupa pela possibilidade de retaliação e possível proibição, mesmo que temporária, de passagem e comercialização se suínos naquele estado, tudo isso aumenta a interrogação.

Por outro lado, vale a pena acreditar, e mais do que isto, fazer a nossa parte para que isso aconteça.

Tenho a convicção e este ano será o período de coroar o trabalho já feito pelos nossos governantes, atual que antecederam, pelas agroindústrias e pelos produtores.

Deus queira que em maio, na França, Santa Catarina seja oficialmente reconhecida, o que nos dará o passaporte de entrada em países europeus e mercado japonês.

Este será sem dúvida, com a tradicional seriedade dos cuidados, tanto sanitários quanto ambientais, a certeza da continuidade da atividade suinícola em nosso Estado.

Wolmir de Souza
Presidente da ACCS

 

Assuntos Relacionados ACCS
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329