Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Programa catarinense de combate à Aujeszky é modelo para o Brasil

Estado registrou o último surto da doença, que ataca suínos, em 2004.

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Redação (30/10/06) – Santa Catarina é o único Estado brasileiro considerado área livre da doença de Aujeszky, doença viral que ataca suínos e traz prejuízos ao setor produtivo, ao mercado de reprodutores e às exportações. A condição privilegiada é resultado do programa de erradicação da doença, iniciado em 2000 e que congregou os governos federal e estadual, empresas públicas, agroindústrias e produtores de suínos.

O último surto de Aujeszky foi registrado em julho de 2004. Estamos no caminho para transformar o Estado em área livre sem vacinação explicou Janice Ciacci Zanella, integrante do comitê técnico do programa e pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves.

O programa também mudou a postura dos produtores. O principal cuidado para o controle da doença da Aujeszky é em relação à procedência dos animais. Depois do programa, os suinocultores catarinenses passaram a comprar animais somente de granjas que possuem certificado de rebanho livre de Aujeszki.

Por parte da pesquisa, o programa também deu uma contribuição importante. A Embrapa está desenvolvendo o primeiro kit nacional de diagnóstico da doença, que deve ficar pronto em 2007. O kit permitirá um controle mais eficiente e mais barato da doença, facilitando a criação de programas de erradicação em outros Estados.

O Programa de Erradicação da Doença de Aujeszky em Santa Catarina investiu R$ 11 milhões para examinar todas as propriedades que criam suínos no Estado, abater os animais infectados, indenizar os produtores e aplicar vacinas preventivas. O dinheiro gasto no programa é bem menor do que o prejuízo provocado pela doença.

Nossa estimativa era de que somente a perda de animais provocada pelo vírus de Aujeszky retirava R$ 1 milhão por ano da cadeia produtiva de suínos no Estado afirmou Janice.

Da experiência catarinense surgiu o Plano Nacional de Controle da Doença de Aujeszki, coordenado pelo Ministério da Agricultura e atualmente disponível para consulta pública.


 

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