Cotações caem no campo e no atacado de SP em junho.
Nível geral de preços
Da Redação 02/08/2005 – O índice de preços recebidos (IPR) pelos produtores agropecuários paulistas, pesquisado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) – vinculado à Secretaria de Agricultura do Estado -, confirmou as expectativas e fechou julho com variação negativa de 0,75%, 0,55 ponto percentual a menos que em junho. Foi a quarta variação negativa mensal seguida do indicador.
A queda foi determinada pelo grupo de produtos de origem animal, que, em média, recuou 4,15% – com destaque para as retrações de boi (5,16%), leite (8,2%) e ovos (5,38%). Já o grupo de produtos de origem vegetal registrou valorização média de 1,14% no mês, puxada pela alta do tomate (35,29%).
Com o resultado de julho, o IPR passou a acumular variação positiva de 4,2% em 2005, acima de alguns dos principais índices que medem a inflação no país. O IGP-M, por exemplo, registra alta de 1,41% nos sete primeiros meses do ano, e o IPC-Fipe, de 2,93% (segundo estimativa do IEA). Nos últimos doze meses até julho, o salto do IPR chega a 14,1%, ante 5,38% do IGP-M e 6,1% do IPC-Fipe (resultado também estimado).
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No atacado paulista, conforme pesquisa da MSConsult com base em uma cesta de 14 produtos, os preços agrícolas caíram, em média, 1,3% em julho sobre junho.





















