Volume é quase 30% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, segundo ABPA
Receita das exportações de carne suína em abril atingem US$ 251,3 milhões

As exportações brasileiras de carne suína, tanto in natura como processada, tiveram um aumento de 16,6% em abril em relação ao mesmo mês do ano passado, totalizando 104,5 mil toneladas, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A receita também registrou um crescimento expressivo de 29,9%, alcançando US$ 251,3 milhões.
No acumulado de janeiro a abril, as exportações da proteína totalizaram 379,4 mil toneladas, um aumento de 15,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior, com faturamento de US$ 897,7 milhões, um aumento de 29,7%.
Luís Rua, diretor de mercados da ABPA, estima que as exportações anuais de carne suína do Brasil devem chegar a 1,2 milhão de toneladas, impulsionadas pela ampliação e abertura de novos mercados, além da demanda resiliente da China e de outros compradores asiáticos, como o Japão e a Coreia do Sul.
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China segue como principal importador
A China se mantém como o maior comprador da carne suína brasileira neste ano, com um aumento de 20,8% nas importações em relação ao mesmo período de 2022, totalizando 143,2 mil toneladas. Hong Kong aparece em segundo lugar, com 42,2 mil toneladas (+24,8%), seguida pelas Filipinas, com 27,8 mil toneladas (+19,5%), Chile, com 27,3 mil toneladas (+69,3%) e Singapura, com 23,8 mil toneladas (+18,7%).
Principais regiões exportadoras
Os três estados da região Sul lideram as exportações, com Santa Catarina tendo exportado 207,2 mil toneladas (+13,7%), seguido pelo Rio Grande do Sul, com 89,1 mil toneladas (+26,81%), e Paraná, com 51,3 mil toneladas (+0,54%). De acordo com Ricardo Santin, presidente da ABPA, oito dos dez maiores importadores de carne suína do Brasil aumentaram suas compras este ano, com destaque para os cinco maiores importadores localizados na Ásia e na América do Sul.





















