Produtores gaúchos alertaram no documento que, caso as normas para a biotecnologia sejam desfavoráveis ao plantio de transgênicos, não haverá semente de soja convencional suficiente para a próxima safra.
Carta de Santiago defende transgenia
Da Redação 28/08/2003 – Participantes do 1 Fórum sobre transgênicos da região Centro-Oeste do Rio Grande do Sul divulgaram carta à população informando que “rigorosas pesquisas científicas comprovaram que o uso racional de produtos geneticamente modificados não constitui risco à saúde humana ou ao meio ambiente”. Segundo a Carta de Santiago, “foi constatado que a engenharia genética é uma poderosa ferramenta para, bem empregada, aumentar a produção de alimentos com redução de custos e menor agressão à natureza”. No documento, os produtores rurais afirmam que, caso as normas para a biotecnologia sejam desfavoráveis ao plantio de transgênicos, “não haverá semente de soja convencional suficiente e a safra ficará inviabilizada, com graves prejuízos econômicos e sociais para o Rio Grande do Sul e para o Brasil”.
Leia também no Agrimídia:
- •Nova frente fria avança e coloca Sul, Sudeste e Centro-Oeste em alerta para temporais
- •Brasil e Angola articulam parceria financeira para expansão agrícola no país africano
- •Datagro prevê queda no consumo de carne bovina no Brasil em 2027 diante de desaceleração econômica
- •Unifrango investe R$ 20 milhões no Paraná e projeta faturamento de R$ 100 milhões até 2028























