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Importação ilegal de matérias-primas tumultua mercado veterinário e prejudica imagem do País no exterior.

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Redação AI 11/06/2002 – Pode haver muito mais por trás da decisão da União Européia de reter cerca de 130 toneladas de carne de frangos do Brasil em portos da Grã-Bretanha, Holanda e Alemanha, no início de junho. Se de um lado, os técnicos da UE argumentam que foram encontrados resíduos de nitrofurano antibiótico proibido no continente e no Brasil em dois dos oito lotes do produto, por outro o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) desconfia que a iniciativa pode significar mais uma barreira não-tarifária à carne brasileira, como já ocorreu diversas vezes no passado.

Em entrevista ao jornal catarinense A Notícia, o chefe do Departamento de Inspeção e Produção de Origem Animal do MAPA, Rui Vargas, ressalta que a reclamação é “requentada e serve como desculpa dos europeus para tirarem a atenção do recente caso de substâncias proibidas descobertas em carne orgânica produzida na Alemanha”.

Seja como for, a discussão ganhou as páginas da imprensa mundial e pode, novamente, prejudicar a imagem da carne de frango brasileira no mercado internacional, explica Nelson Antunes, presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), entidade que reúne os laboratórios veterinários que atuam no País. Antunes vai além e lembra que esta não é a primeira vez que a União Européia pode estar usando protecionismo disfarçado. Essa opinião, aliás, vai de encontro à difícil situação das proteínas animais na UE pós-vaca louca. “Os consumidores europeus estão muito sensíveis à qualidade da carne, especialmente a produzida no continente. Isso tanto é verdade que vêm aumentando ano a ano as importações de carne de frango, especialmente da Tailândia e Brasil países comprovadamente sem incidência de vaca louca. Obviamente, os produtores locais tentam dificultar a entrada da nossa carne, criando as mais variadas barreiras”, ressalta Antunes.

Essa possibilidade não isenta totalmente o Brasil. Nelson Antunes lembra que, apesar dos apelos do Sindan para uma fiscalização mais rígida das matérias-primas ilegais comercializadas no País, ainda há oferta de determinados produtos, sem registro no MAPA e, portanto, sem qualquer controle legal e utilizados incorretamente. Como resultado, abre-se a possibilidade de restrições protecionistas do mercado internacional à nossa carne, mesmo que o produto nacional não deva nada em relação à qualidade.

“As indústrias de saúde animal do Brasil respeitam as exigências internas e externas em relação à utilização de registro de medicamentos e período de carência e, portanto, devem merecer total confiança dos produtores. Porém, é preciso que as autoridades restrinjam a importação e comercialização ilegal de determinadas matérias-primas, sem registro e comercializadas diretamente por empresas de fachada, evitando que toda a classe veterinária sofra os prejuízos por algo que definitivamente não é responsável”, ressaltando o presidente do Sindan que os nitrofuranos encontrados fazem parte da lista dos produtos proibidos na União Européia e também no Brasil.


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