Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,09 / kg
Soja - Indicador PRR$ 139,99 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 146,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,11 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 4,95 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,55 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 4,70 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 143,29 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 151,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 159,32 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 134,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 149,21 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,20 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,21 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.416,10 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.321,52 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 145,03 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 155,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 160,52 / cx
Destaque Todas Páginas
Comércio Internacional

Comércio com árabes tem melhor ano desde 2013

A alta nas vendas se deve à retomada econômica precoce dos países da Liga Árabe, principalmente os do Golfo, que, além de grandes compradores de produtos brasileiros, estão entre os primeiros a iniciar a vacinação em massa

Compartilhar essa notícia
Comércio com árabes tem melhor ano desde 2013

As exportações brasileiras para a Liga Árabe somaram em 2021 US$ 14,42 bilhões, alta de 26,15% sobre o ano anterior e o melhor resultado dos últimos oito anos, segundo dados compilados pela Câmara de Comércio Árabe-Brasileira.

Entre os produtos do agro, dominantes na pauta com o bloco depois do minério de ferro, as vendas subiram 9,52%, para US$ 8,92 bilhões, com destaque para o açúcar (US$ 2,75 bilhões, -3,64%), frango (US$ 2,42 bilhões, +21,59%), milho (US$ 1,04 bilhão, -5,99%), carne bovina (US$ 920,60 milhões, -4,93%) e soja (US$ 638,13 milhões, +97,49%).

Para o secretário-geral da Câmara Árabe, Tamer Mansour, a alta nas vendas se deve à retomada econômica precoce dos países da Liga Árabe, principalmente os do Golfo, que, além de grandes compradores de produtos brasileiros, estão entre os primeiros a iniciar a vacinação em massa, implementar medidas sanitárias rígidas e assegurar assistência de saúde à população.

“Esse sistema [de saúde árabe], que conseguiu cuidar do ser humano, possibilitou essa retomada”, avalia Mansour. “Enquanto estávamos discutindo as questões da vacinação, a falta de leitos, os árabes estavam organizando sua terceira corrida de Fórmula 1 [GP de Jeddah]. Não é à toa que o primeiro produto da pauta foi o minério de ferro, sinal de que as indústrias locais de construção, de base e de reexportação tiveram um boom”, diz. “Não tenho dúvida que a retomada econômica dos árabes foi muito maior do que nos países desenvolvidos da Europa e da América do Norte”, sintetiza Mansour.

O executivo destaca que o aumento da demanda árabe por alimentos teve impulso importante da Expo 2020, a exposição mundial iniciada em outubro no emirado de Dubai. Mansour afirma que o evento de seis meses, além de incentivar a formação de estoques de alimentos destinados a turistas e à população local, também estimulou a ida de missões empresariais ao emirado, que resultaram em negócios com toda a Liga Árabe.

Para o secretário-geral da Câmara Árabe, a Expo 2020 contribuiu ainda no aumento das vendas de frango para os mercados árabes, num momento em que o maior comprador do produto brasileiro na região, a Arábia Saudita, segue dando prioridade e ampliando a produção avícola local no objetivo de diminuir a dependência do alimento importado.

De acordo com os dados da Câmara Árabe, em 2021, os Emirados Árabes adquiriram do Brasil US$ 692,24 milhões em frango, alta de 63,34% sobre o ano anterior, resultado que coloca o país na posição de maior mercado para o frango brasileiro no bloco de 22 países do Oriente Médio e do norte da África.

Além disso, o frango brasileiro encontrou mais espaço no Iêmen (US$ 171,77 milhões, +27,05%) e na Líbia (US$ 142,52 milhões, +90,44%), que se tornaram respectivamente o terceiro e o quinto destino para o produto na região.

“Em relação à Líbia, houve um aumento por conta da abertura de portos e acredito que o país vai estar em crescimento nos próximos anos”, sinaliza Mansour.

Acesse a íntegra dos dados aqui.

 

Assuntos Relacionados mercado externo
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 66,09
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 139,99
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 146,94
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 7,33
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,11
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 4,95
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,55
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 4,53
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 4,70
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 143,29
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 151,76
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 156,56
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 159,32
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 134,45
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 149,21
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,20
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,21
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.416,10
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.321,52
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 175,17
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 145,03
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 155,73
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 160,52
    cx

Relacionados

SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343
SUINOCULTURA 328